Search
sábado 19 outubro 2019
  • :
  • :

Por que celebramos o Preciosíssimo Sangue de Cristo?

Estamos nos últimos dias do mês de julho, dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Cristo. Semana passada já abordei esse assunto, mas quero voltar justamente para marcar em nossas mentes e corações: julho é o mês de Nossa Senhora do Carmo e do Preciosíssimo Sangue de Cristo!

O sangue de Cristo é precioso porque foi o preço que Deus se permitiu pagar para nos resgatar da escravidão do pecado e da morte eterna. O sangue derramado por Jesus é o sinal claro da nossa salvação. Então, celebrar o Preciosíssimo Sangue de Cristo é celebrar o amor infinito que foi derramado por nós e em nossos corações.

São João Paulo II nos diz: “O sinal do ‘sangue derramado’, como expressão da vida doada de modo cruento em testemunho do amor supremo é um ato da condescendência divina à nossa condição humana. Deus escolheu o sinal do sangue porque nenhum outro sinal é tão eloquente para indicar o envolvimento total da pessoa”.

O sangue de Jesus nos purifica totalmente. Os mártires derramaram o seu sangue por Cristo, na força do seu Sangue: “Estes venceram por causa do Sangue do Cordeiro e de seu eloquente testemunho. Eles estavam prontos para dar a sua vida e morrer” (Ap 12, 11). O Apocalipse ainda nos mostra que os santos lavaram as suas vestes (as almas) no Sangue de Cristo: “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no Sangue do Cordeiro” (Ap 7, 14).

Hoje esse Sangue redentor de Cristo está à nossa disposição a cada Eucaristia. Sim, por mais que muitas vezes por questões pastorais, comungamos somente o pão, ali, na hóstia, está Jesus com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Na Comunhão podemos ser lavados e inebriados pelo Sangue redentor do Cordeiro sem mancha que veio tirar o pecado de nossa alma.

O sangue de Jesus é o sacramento da Vida, a fonte inesgotável de amor que Ele nos deixou como herança, “Este vinho é meu sangue, o sangue da nova e eterna Aliança que será derramado por vós” (Mt 26,28).

Por Pe. Reginaldo Manzotti, via Aleteia




Comentários


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *