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Juventude: Papa visita sede de Scholas Occurrentes

Durante o encontro com os jovens, o Pontífice também se conectou, ao vivo, com a nova sede da Fundação Pontifícia nos Estados Unidos, Austrália e Espanha, e ouviu os jovens argentinos de El Impenetrable, na Região do Gran Chaco, que iniciaram o novo programa de arte e prevenção de vícios.

O Papa Francisco visitou na tarde desta quinta-feira a sede vaticana de Scholas Occurrentes, no prédio São Calisto, onde se encontrou com estudantes e professores italianos envolvidos em alguns projetos e se conectou ao vivo com as novas oficinas da Fundação Pontifícia nos Estados Unidos, Austrália e Espanha.

O motivo da visita foi a comemoração da chegada de Scholas aos cinco continentes.

Os jovens das regiões com os quais o Papa se encontrou foram os mesmos que participaram da primeira parte do programa de Saúde Emotiva durante a pandemia, que, acompanhados por um grupo de professores, compartilharam suas experiências com o Santo Padre e o Ministro italiano da Educação, Patrizio Bianchi, e autoridades do Ministério da Saúde: presente o ministro Speranza.

Os jovens da América Latina apresentaram ao Sumo Pontífice as conclusões do encontro realizado dias antes em Madri sobre o tema “Sonhando juntos o caminho para um futuro melhor”. Da mesma forma, além de conectar-se ao vivo com as novas oficinas de Scholas, o Santo Padre ouviu jovens os argentinos da área de El Impenetrable, na Região do Gran Chaco, que iniciaram o novo programa de arte e prevenção de vícios.

Além disso, foram lançadas a Escola Internacional de Líderes Ambientais e a Escola de Formação Política inspiradas nas Encíclicas do Papa Francisco Laudato si ‘e Fratelli Tutti. Ainda durante o encontro, espaço de diálogo com a comunidade global de Scholas Occurrentes nos cinco continentes.

O evento foi transmitido ao vivo através do Vatican Media Live.

Via: VaticanNews

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Evangelho do dia

Sexta-feira da 7° Semana da Páscoa

(branco, pref. da Ascensão, – ofício do dia)

Cristo nos amou e nos lavou dos pecados com seu sangue, e fez de nós um reino e sacerdotes para Deus, seu Pai, aleluia! (Ap 1,5s)

O destino de Pedro e de Paulo vai se delineando à medida da fidelidade deles ao seguimento de Jesus e ao Evangelho, do qual estão a serviço. Sejamos cada vez mais dedicados ao serviço do Senhor.

Primeira Leitura: Atos 25,13-21

Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, 13o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia e foram cumprimentar Festo. 14Como ficassem alguns dias aí, Festo expôs ao rei o caso de Paulo, dizendo: “Está aqui um homem que Félix deixou como prisioneiro. 15Quando eu estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus apresentaram acusações contra ele e pediram-me que o condenasse. 16Mas eu lhes respondi que os romanos não costumam entregar um homem antes que o acusado tenha sido confrontado com os acusadores e possa defender-se da acusação. 17Eles vieram para cá e, no dia seguinte, sem demora, sentei-me no tribunal e mandei trazer o homem. 18Seus acusadores compareceram diante dele, mas não trouxeram nenhuma acusação de crimes de que eu pudesse suspeitar. 19Tinham somente certas questões sobre a sua própria religião e a respeito de um certo Jesus que já morreu, mas que Paulo afirma estar vivo. 20Eu não sabia o que fazer para averiguar o assunto. Perguntei então a Paulo se ele preferia ir a Jerusalém, para ser julgado lá. 21Mas Paulo fez uma apelação para que a sua causa fosse reservada ao juízo do augusto imperador. Então ordenei que ficasse preso até que eu pudesse enviá-lo a César”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 102(103)

O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.

1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / e todo o meu ser, seu santo nome! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / não te esqueças de nenhum de seus favores! – R.

2. Quanto os céus por sobre a terra se elevam, / tanto é grande o seu amor aos que o temem; / quanto dista o nascente do poente, / tanto afasta para longe nossos crimes. – R.

3. O Senhor pôs o seu trono lá nos céus, / e abrange o mundo inteiro seu reinado. / Bendizei ao Senhor Deus, seus anjos todos, / valorosos que cumpris as suas ordens. – R.

Evangelho: João 21,15-19

Aleluia, aleluia, aleluia.

O Espírito Santo, o Paráclito, / haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado (Jo 14,26). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Jesus manifestou-se aos seus discípulos 15e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. 16E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. 17Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. 18Em verdade, em verdade te digo, quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. 19Jesus disse isso significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

A leitura apresenta o diálogo de Jesus com Pedro. A pergunta do Mestre, repetida três vezes, deixa Simão preocupado. Antes de lhe confiar a missão, Jesus quer se certificar de que ele realmente o ama. Depois de ter certeza de que Pedro o ama, Jesus lhe confia a tarefa de cuidar das ovelhas, isto é, dos membros da comunidade. Somente quem muito ama tem plenas condições de conduzir a comunidade e seus membros. O amor a Jesus é indispensável para quem pretende se dedicar à evangelização da comunidade. As declarações de Pedro são como uma reabilitação depois de ter negado o Mestre na noite da paixão. O ministério de Pedro é o primado do serviço e da caridade na comunidade. Jesus deseja que a comunidade cristã prime pelo amor aos irmãos, seja realmente uma comunidade servidora, em saída, que não fi que apenas trancada dentro das quatro paredes dos templos.

Oração
Ó Jesus, caminho único que conduz ao Pai, tua conversa com Pedro, que, pela tripla negação, havia rompido a relação contigo, é um ato de amor que favorece sua cura interior. O que esperas de Pedro é uma atitude de amor incondicional, uma entrega total à tua missão. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2021 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)

Fonte: Paulus

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Santo do dia

Santa Catarina de Gênova, religiosa

Catarina, chamada pelos contemporâneos Catarininha, nasceu em Gênova em 1447, filha de Francisca di Negro e Tiago Fieschi, então vice-rei de Nápoles sob Renato de Anjou. Os Fieschi tinham dado à Igreja dois papas (Inocêncio IV e Adriano V) e com os Grimaldi chefiavam o partido guelfo. Quando completou 16 anos de idade, seus pais deram-na como esposa ao guibelino Juliano Adorno, não obstante ela ter pedido, três anos antes, para tornar-se cônega lateranense como sua irmã Limbânia. A vida desregrada e imoral de Juliano (que tinha cinco filhos naturais) influenciou negativamente

Catarina, que embasou os primeiros anos de seu matrimônio no autobiográfico Diálogo da chamada Catarininha entre a alma e o corpo. Junto com o amor próprio reduzido depois ao espírito com a humanidade.

A santa imagina uma alma fazendo com o corpo este trato: “Sairemos pelo mundo, e se eu encontrar coisa de que gosto, desfrutá-la-ei, e tu farás o mesmo quando encontrares algo de que gostas, e quem encontrar mais gozará mais”. Mas a aliança entre o corpo e o amor próprio, logo reduz a alma a mau partido: “À alma não ficou senão pequeno remorso, do qual, porém, nem fazia caso… Esta pobre alma, em pouco tempo se encontrou tão cheia de pecados e ingratidão nas costas, sem ver nenhuma saída, tanto que ficava fora de cogitação qualquer solução”. Então exclama: “Pobre de mim, quem me livrará de tantos ais? Só Deus o pode! Senhor, fazei com que eu veja a luz, para que possa sair de tantos laços”.

Tiveram início então suas experiências interiores nas quais Catarina se inspirou para outra famosa obra, o Tratado do Purgatório, cujo prólogo a declarava “colocada no purgatório do incendiado amor divino, que a queimava toda e purificava-a de tudo o que tinha a purificar”. Catarina concretizou o seu desejo de renovação espiritual na mortificação e na caridade.

Foi ela que estimulou Heitor Vernazza a transformar a companhia da Misericórdia em Companhia (e depois Oratório) do Divino Amor, iniciativa que se difundiu também em Roma e em Nápoles e que teve como “sócios” são Caetano de Thiene e o futuro Paulo IV. Era a realização de tudo o que escrevera no Diálogo: “Não se encontra caminho mais breve, nem melhor, nem mais seguro para a nossa salvação do que esta nupcial e doce veste da caridade”.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

Fonte: Paulus

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Notícias

Santuário onde sediou o Concílio de Éfeso foi sede para a récita do Santo Terço pedindo o fim da pandemia

É do Santuário do Concílio de Éfeso “Meryem Ana Eví”, que foi rezado o Terço pelo fim da pandemia desta quarta-feira (19) com intenção especial pelas populações em guerra e pela paz no mundo. O Santuário já foi visitado por 3 Papas: Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI

Trinta Santuários, representativos de todo o mundo, conduzem a recitação do Terço todos os dias durante o mês de maio em uma maratona de oração com o tema: “De toda a Igreja subia incessantemente a oração a Deus”, para invocar o fim da pandemia e a retomada das atividades sociais e de trabalho. Hoje dia 19 de maio, a oração do Terço será no Santuário “Meryem Ana Eví”, em Éfeso na Turquia, com intenção especial pelas populações em guerra e pela paz no mundo. A oração terá início às 13 horas, horário de Brasília, e pode ser acompanhada pelas redes sociais e no site do Vatican News.

É a Basílica do Concílio pois neste edifício romano do século II se realizou o Concílio de Éfeso em 431 e a igreja de Éfeso, é a mais antiga dedicada a Maria. Este Santuário já recebeu a visita de 3 Papas: Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI.

Maria “Theotókos”

Em 1979, início de seu pontificado João Paulo II ao celebrar a Santa Missa, iniciou sua homilia afirmando:

“É com o peito transbordando de comoção que tomo a palavra nesta liturgia solene, que nos reúne à volta da Mesa eucarística para celebrar, à luz de Cristo Redentor, a gloriosa memória da Sua Mãe santíssima. O espírito sente-se como invadido pelo pensamento de que, precisamente nesta cidade, a Igreja unida em Concílio — o terceiro Concílio ecumênico — reconheceu oficialmente à Virgem Maria o título de “Theotókos” que lhe era já atribuído pelo povo cristão, mas começara pouco antes a ser contestado em alguns meios, sobretudo influenciados por Nestório”.

Papa Bento XVI: Paz para a humanidade inteira!

Vinte e sete anos mais tarde, em 2006, o Papa Bento XVI na sua visita a este Santuário pronunciou palavras que recordam a intenção do Terço de hoje:

“Desta parte da Península anatólica, ponte natural entre continentes, invocamos a paz e a reconciliação sobretudo para aqueles que habitam na Terra que chamamos ‘santa’, e que é assim considerada tanto pelos cristãos, como pelos judeus e pelos muçulmanos: é a terra de Abraão, de Isaac e de Jacob, destinada a acolher um povo que se tornasse uma bênção para todos os povos. Paz para a humanidade inteira!”.

Via VaticanNews

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Distrações, aridez e acídia na oração: dificuldades que podem ser vencidas, afirma o papa

Segundo Francisco, “o perigo é ter um coração cinzento, quando o estar pra baixo chega ao coração e o adoece. Existem pessoas que vivem com o coração cinzento. Isso é terrível”!

“Distrações, aridez e acídia” foi o tema da catequese do Papa Francisco, sobre o tema da oração, na Audiência Geral, desta quarta-feira (19/05), realizada no Pátio São Dâmaso.

Francisco procurou mostrar algumas dificuldades comuns identificadas e superadas na experiência vivida da oração, ressaltando que “rezar não é fácil” e que “são tantas as dificuldades que surgem na oração”.

Oração e concentração

O primeiro problema que se apresenta para aqueles que rezam é a distração.

Você começa a rezar e a mente gira, gira o mundo inteiro. A oração convive frequentemente com a distração. De fato, a mente humana tem dificuldade de se concentrar por muito tempo num único pensamento. Todos nós experimentamos este turbilhão contínuo de imagens e ilusões em movimento perpétuo, que nos acompanha até durante o sono. E todos sabemos que não é bom dar seguimento a esta inclinação fragmentada. A luta para alcançar e manter a concentração não se limita à oração. Se não se atinge um grau de concentração suficiente, não se pode estudar com proveito, nem se pode trabalhar bem.

“As distrações não são culpáveis, mas devem ser combatidas. No patrimônio da nossa fé há uma virtude que é frequentemente esquecida, mas que está muito presente no Evangelho. Chama-se “vigilância”. Jesus chama frequentemente os discípulos ao dever de uma vida sóbria, guiada pelo pensamento de que mais cedo ou mais tarde ele voltará, como um noivo volta das bodas ou um senhor da viagem. A distração é a imaginação que gira, gira, gira. Santa Teresa chama essa imaginação que gira, gira na oração de “a louca da casa”. É como uma louca que te faz girar, girar. Temos que pará-la e engaiolá-la com atenção”, disse o Papa.

Coração cinzento

O segundo problema é a aridez.

A aridez nos faz pensar na Sexta-feira Santa, na noite e no Sábado Santo. Jesus morreu: estamos sozinhos. Este é um pensamento da aridez. Muitas vezes não sabemos quais são as razões da aridez: pode depender de nós, mas também de Deus, que permite certas situações na vida exterior ou interior. Os mestres espirituais descrevem a experiência da fé como uma alternância contínua de tempos de consolação e tempos de desolação; tempos em que tudo é fácil, enquanto outros são marcados por uma grande dificuldade.

O Papa disse ainda que muitas vezes encontramos um amigo que nos diz: “Estou pra baixo”. “Muitas vezes estamos assim, ou seja, não temos sentimentos, não temos consolação. São aqueles dias cinzentos que existem na vida!”, disse o Pontífice.  Segundo Francisco, “o perigo é ter um coração cinzento, quando o estar pra baixo chega ao coração e o adoece”. “Existem pessoas que vivem com o coração cinzento. Isso é terrível! Não se reza mais, não se sente o consolo com o coração cinzento. O coração deve ser aberto e luminoso para que entre a luz do Senhor. E se ela não entrar”, disse o Papa, “é preciso aguardá-la com esperança”.

Perseverar em tempos difíceis

O terceiro problema que se apresenta para quem reza é a acídia, “uma verdadeira tentação contra a oração e, mais geralmente, contra a vida cristã. A acídia é «uma forma de depressão devida ao relaxamento da ascese, à diminuição da vigilância, à negligência do coração». É um dos sete “pecados capitais” pois, alimentado pela presunção, pode levar à morte da alma”.

“O que devemos fazer, então, nesta sucessão de entusiasmos e desencorajamentos?”, perguntou o Papa. “Devemos aprender a caminhar sempre”, respondeu ele.

O verdadeiro progresso na vida espiritual não consiste em multiplicar os êxtases, mas em ser capaz de perseverar em tempos difíceis. Caminhar, caminhar e se você se cansar, pare um pouco, mas volte a caminhar, com perseverança. Todos santos passaram por este “vale escuro”, e não nos escandalizemos se, lendo os seus diários, ouvirmos o relato de noites de oração sem vontade, vivida sem gosto.

Zangar-se com Deus é uma forma de rezar

Segundo o Papa, protestar diante de Deus é uma forma de rezar, “zangar-se com Deus é uma forma de rezar também”. Francisco convidou a não “nos esquecer a oração do porque, que é a oração das crianças quando começam a não entender as coisas. A idade dos porquês “.  “Mas a criança não escuta a resposta do pai. O pai responde e vem logo outro porque. A criança quer chamar a atenção do pai. Quando nos zangamos com Deus e continuamos a dizer porque, estamos atraindo o coração do nosso Pai para a nossa miséria, para as nossas dificuldades, para a nossa vida. Zangar-se com Deus faz bem, pois faz despertar a relação de filho com o Pai, de filha com o Pai, que nós devemos ter de ter com Deus”, concluiu.

Via VaticanNews

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Evangelho do dia

Quinta-feira da 7° Semana da Páscoa

(branco, pref. da Ascensão, – ofício do dia)

Aproximemo-nos confiantes do trono da graça, a fim de conseguirmos misericórdia e encontrarmos auxílio em tempo oportuno, aleluia! (Hb 4,16)

Embora não encontrem nenhum mal em Paulo, os juízes querem condená-lo. Durante a noite, Jesus o visita em sonho e o conforta. Esta liturgia nos ajude a aceitar a vontade do Senhor e reconhecer seu amor sempre presente em nós.

Primeira Leitura: Atos 22,30; 23,6-11

Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, 30querendo saber com certeza por que Paulo estava sendo acusado pelos judeus, o tribuno soltou-o e mandou reunir os chefes dos sacerdotes e todo o conselho dos anciãos. Depois fez trazer Paulo e colocou-o diante deles. 23,6Sabendo que uma parte dos presentes eram saduceus e a outra parte eram fariseus, Paulo exclamou no conselho dos anciãos: “Irmãos, eu sou fariseu e filho de fariseus. Estou sendo julgado por causa da nossa esperança na ressurreição dos mortos”. 7Apenas falou isso, armou-se um conflito entre fariseus e saduceus, e a assembleia se dividiu. 8Com efeito, os saduceus dizem que não há ressurreição, nem anjo, nem espírito, enquanto os fariseus sustentam uma coisa e outra. 9Houve, então, uma enorme gritaria. Alguns doutores da Lei, do partido dos fariseus, levantaram-se e começaram a protestar, dizendo: “Não encontramos nenhum mal neste homem. E se um espírito ou anjo tivesse falado com ele?” 10E o conflito crescia cada vez mais. Receando que Paulo fosse despedaçado por eles, o comandante ordenou que os soldados descessem e o tirassem do meio deles, levando-o de novo para o quartel. 11Na noite seguinte, o Senhor aproximou-se de Paulo e lhe disse: “Tem confiança. Assim como tu deste testemunho de mim em Jerusalém, é preciso que sejas também minha testemunha em Roma”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 15(16)

Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

1. Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio! / Digo ao Senhor: “Somente vós sois meu Senhor”. / Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, / meu destino está seguro em vossas mãos! – R.

2. Eu bendigo o Senhor, que me aconselha / e até de noite me adverte o coração. / Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, / pois, se o tenho a meu lado, não vacilo. – R.

3. Eis por que meu coração está em festa, † minha alma rejubila de alegria / e até meu corpo no repouso está tranquilo; / pois não haveis de me deixar entregue à morte / nem vosso amigo conhecer a corrupção. – R.

4. Vós me ensinais vosso caminho para a vida; † junto a vós, felicidade sem limites, / delícia eterna e alegria ao vosso lado! – R.

Evangelho: João 17,20-26

Aleluia, aleluia, aleluia.

Para que todos sejam um, diz o Senhor, como tu estás em mim e eu em ti, / para que o mundo possa crer que me enviaste (Jo 17,21). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo: 20“Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra; 21para que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. 22Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: 23eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste como me amaste a mim. 24Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo. 25Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci e estes também conheceram que tu me enviaste. 26Eu lhes fiz conhecer o teu nome e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles e eu mesmo esteja neles”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Na terceira e última parte da “oração sacerdotal”, Jesus reza por todos aqueles que aderirem a ele ao longo dos séculos. Nessa oração, o Mestre insiste no tema da unidade dos cristãos, para que a sociedade acredite no Filho vindo do Pai e no fato de que eles são amados pelo Pai. A vivência do amor fraterno e da unidade dos discípulos é grande testemunho numa sociedade dividida, discriminatória e preconceituosa. É muito gratificante e consolador para nós, cristãos do século XXI, saber que Jesus rezou por nós, por nossa fé e por nossa unidade. As palavras e as preces do Mestre ultrapassam fronteiras e séculos e chegam aos recantos inimagináveis. Porém, muitos ainda não as conhecem, por isso ele continua confiando a missão a tantas pessoas de boa vontade. É motivo de grande alegria saber que somos lembrados e amados pelo Pai.

Oração
Ó Mestre, rezaste ao Pai por teus discípulos de outrora e também por nós, para que formemos uma grande família unida ao Pai, a ti e entre nós, pelo Espírito. Em nosso favor também pediste ao Pai: “Eu quero que aqueles que tu me deste estejam comigo onde eu estiver”. Obrigado, Senhor. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2021 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)

Fonte: Paulus

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Santo do dia

São Bernardino de Sena, presbítero

Taquigrafadas com um método de sua invenção por um discípulo, as Prédicas populares de são Bernardino de Sena chegaram até nós com toda a naturalidade e o estilo rápido e colorido com que eram pronunciadas nas várias praças italianas. Relendo-as hoje percebe-se a atualidade dos temas entre os quais os mais frequentes eram aqueles sobre a caridade, humildade, concórdia e justiça. Fustigava a avareza dos novos ricos, mercadores, banqueiros, usurários etc. Comparava-os a pássaros sem asas, incapazes de levantar o voo um palmo acima de suas coisas: “Eu bem sei que as coisas que tu tens, não são só tuas, mas Deus as deu para suprir as necessidades do homem: não são do homem, mas para as necessidades do homem”.

Tinha palavras duríssimas para os que “renegam a Deus por uma cabeça de alho” e pelas “feras de garras compridas que roem os ossos dos pobres”. “Se tu tens bastante coisa e não tens necessidade e não a distribuis e morre, irás para a casa quente”. “A ti que tens agasalho mais do que tem a cebola, recobre a carne do pobre, quando o vês tão maltrapilho e nu, pois a carne dele e a tua são a mesma carne”. Recorria a exemplos familiares como o da cebola conservada com as folhas juntas para inculcar a necessidade da união e da concórdia.

Até depois de sua morte, na cidade de Áquila em 1444, são Bernardino continuou a sua obra de pacificação. De fato chegou moribundo a esta cidade e não pôde fazer o curso de prédicas que tinha programado. Persistindo a luta entre as facções, seu corpo dentro do caixão começou a sangrar como uma fonte e o fluxo parou somente quando os cidadãos de Áquila se reconciliaram. Em reconhecimento foi decretada a construção de magnífico monumento sepulcral, realizado depois por Silvestre di Giacomo.

São Bernardino, canonizado em 1450, isto é, somente seis anos após a morte, nascera em 1380 em Massa Marítima da nobre família senense dos Albizzeschi. Ficou órfão de pai e mãe ainda muito jovem e foi criado em Sena por duas tias. Frequentou a universidade de Sena até aos 22 anos, quando abandonou a vida mundana para vestir o hábito franciscano. Dentro da Ordem tornou-se um dos principais propugnadores da reforma dos franciscanos observantes. Arauto da devoção ao nome de Jesus, fazia gravar o monograma “JHS” sobre tabuinhas de madeira que dava ao povo para beijar no fim do sermão. São Bernardino é o patrono dos publicitários italianos.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

Fonte: Paulus

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Notícias

JMJ Diocesana e o Protagonismo Jovem

Apresentadas ontem (18), no Vaticano, as Orientações pastorais para a celebração da Jornada Mundial da Juventude nas Igrejas particulares.

“Um subsídio que apresenta as motivações ideais e possíveis implementações práticas para que a JMJ diocesana/eparquial se torne uma ocasião para fazer emergir o potencial de bem, a generosidade, a sede de valores autênticos e de grandes ideais que cada jovem carrega dentro de si.”

Este é o objetivo das Orientações pastorais para a celebração da Jornada Mundial da Juventude nas Igrejas particulares, o documento do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida apresentado, nesta terça-feira (18/05), na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Solenidade de Cristo Rei

As dioceses são convidadas a celebrar a JMJ na Solenidade de Cristo Rei. “De fato, é desejo do Santo Padre que, neste dia, toda a Igreja coloque os jovens no centro de sua atenção pastoral, reze por eles, faça gestos que tornem os jovens protagonistas e promova campanhas de comunicação”, lê-se no documento. Como se sabe, enquanto as celebrações internacionais do evento são geralmente realizadas a cada três anos com a participação do Papa, a celebração ordinária da Jornada ocorre a cada ano nas Igrejas particulares, que se encarregam de organizar tal evento.

Missão com os jovens, uma prioridade

É um compromisso que tem “grande significado e valor não só para os jovens que vivem naquela determinada região, mas para toda a comunidade eclesial local”, continua o texto dirigido às Conferências Episcopais, aos Sínodos das Igrejas Patriarcais e Arquiepiscopais Maiores, às dioceses/eparquias, aos movimentos e associações e, por último, mas não menos importante, aos jovens de todo o mundo. “Estas Orientações pastorais têm o objetivo de encorajar as Igrejas particulares a valorizar cada vez mais a celebração diocesana da JMJ e a considerá-la uma ocasião propícia para planejar e realizar criativamente iniciativas que mostrem que a Igreja considera sua missão com os jovens como uma prioridade pastoral epocal, na qual investir tempo, energia e recursos”, destaca o documento.

Experiência eclesial e missionária

O documento indica os pontos-chave da JMJ para que o evento seja uma “festa da fé”, uma “experiência eclesial e missionária, uma ocasião de discernimento vocacional e um chamado à santidade. Além disso, a Jornada da Juventude deverá ser uma experiência de peregrinação e fraternidade universal. A celebração da JMJ oferece aos jovens uma experiência viva e alegre de fé e de comunhão, um espaço para experimentar a beleza do rosto do Senhor”, destacam as Orientações, sublinhando que “é importante que a celebração se torne uma ocasião para que os jovens possam fazer experiência de comunhão eclesial e crescerem na consciência de serem parte integrante da Igreja”. Tudo isso tendo em mente que “a primeira forma de envolver os jovens deve ser a escuta”.

“Convidados especiais”

“A JMJ diocesana/eparquial”, observa o documento, “pode ser uma bela ocasião para destacar a riqueza da Igreja local, evitando que os jovens menos presentes e menos ativos nas estruturas pastorais já consolidadas se sintam excluídos”. E acrescenta: “Todos devem se sentir convidados especiais, todos devem se sentir esperados e bem-vindos, em sua singularidade irrepetível e riqueza humana e espiritual. Portanto, o evento diocesano/eparquial pode ser uma ocasião propícia para estimular e acolher todos aqueles jovens que talvez procuram o seu lugar na Igreja e que ainda não o encontraram”. O documento conclui salientando que “a celebração diocesana/eparquial da JMJ é sem dúvida uma etapa importante na vida de cada Igreja particular, um momento privilegiado de encontro com as novas gerações, um instrumento de evangelização do mundo dos jovens e de diálogo com eles”.

Por VaticanNews

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Evangelho do dia

Quarta-Feira da 7° Semana da Páscoa

(branco, pref. da Ascensão, – ofício do dia)

Povos todos, aplaudi e aclamai a Deus com brados de alegria, aleluia! (Sl 46,2)

É missão do evangelizador alertar contra os “lobos ferozes” e as “doutrinas perversas” que ameaçam a caminhada da comunidade. Esta Eucaristia nos anime a sermos cumpridores do Evangelho de Cristo.

Primeira Leitura: Atos 20,28-38

Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, Paulo disse aos anciãos da Igreja de Éfeso: 28“Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos colocou como guardas para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o sangue do seu próprio Filho. 29Eu sei, depois que eu for embora, aparecerão entre vós lobos ferozes, que não pouparão o rebanho. 30Além disso, do vosso próprio meio aparecerão homens com doutrinas perversas que arrastarão discípulos atrás de si. 31Por isso, estai sempre atentos: lembrai-vos que durante três anos, dia e noite, com lágrimas, não parei de exortar a cada um em particular. 32Agora, entrego-vos a Deus e à mensagem de sua graça, que tem poder para edificar e dar a herança a todos os que foram santificados. 33Não cobicei prata, ouro ou vestes de ninguém. 34Vós bem sabeis que estas minhas mãos providenciaram o que era necessário para mim e para os que estavam comigo. 35Em tudo vos mostrei que, trabalhando desse modo, se deve ajudar os fracos, recordando as palavras do Senhor Jesus, que disse: ‘Há mais alegria em dar do que em receber’”. 36Tendo dito isso, Paulo ajoelhou-se e rezou com todos eles. 37Todos, depois, prorromperam em grande pranto e, lançando-se ao pescoço de Paulo, o beijavam 38aflitos, sobretudo por lhes haver ele dito que não tornariam a ver-lhe o rosto. E o acompanharam até o navio. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 67(68)

Reinos da terra, cantai ao Senhor.

1. Suscitai, ó Senhor Deus, suscitai vosso poder, / confirmai esse poder que por nós manifestastes / a partir de vosso templo, que está em Jerusalém. / Para vós venham os reis e vos ofertem seus presentes! – R.

2. Reinos da terra, celebrai o nosso Deus, cantai-lhe salmos! † Ele viaja no seu carro sobre os céus dos céus eternos. / Eis que eleva e faz ouvir a sua voz, voz poderosa. – R.

3. Dai glória a Deus e exaltai o seu poder por sobre as nuvens. / Sobre Israel, eis sua glória e sua grande majestade! / Em seu templo ele é admirável e a seu povo dá poder. / Bendito seja o Senhor Deus, agora e sempre. Amém, amém! – R.Evangelho: João 17,11-19

Aleluia, aleluia, aleluia.

Vossa Palavra é a verdade; / santificai-nos na verdade! (Jo 17,17) – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos para o céu e rezou, dizendo: 11“Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, para que eles sejam um assim como nós somos um. 12Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura. 13Agora, eu vou para junto de ti e digo estas coisas, estando ainda no mundo, para que eles tenham em si a minha alegria plenamente realizada. 14Eu lhes dei a tua palavra, mas o mundo os rejeitou, porque não são do mundo, como eu não sou do mundo. 15Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno. 16Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo. 17Consagra-os na verdade; a tua palavra é verdade. 18Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo. 19Eu me consagro por eles, a fim de que eles também sejam consagrados na verdade”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Depois de rezar ao Pai pela própria glorificação, Jesus reza pelos seus discípulos. Pede para eles unidade, a exemplo da união dele com o Pai. Pede também que sejam preservados das artimanhas do Maligno e que continuem no mundo sem ser do mundo, pois é aí onde devem dar testemunho. Mesmo com a ausência de Jesus, a comunidade é convidada a manter a união com ele e a unidade com todos aqueles que acreditam nele. A volta de Jesus à glória não impede que seus seguidores continuem vivendo a mesma alegria de quando estavam com ele. Apesar da cruz e de serem rejeitados pelo mundo, a alegria deveria ser uma característica fundamental dos cristãos. No meio desse mundo perverso, foram enviados a fim de testemunharem a verdade que vem de Deus. Jesus se santifica, se consagra a Deus, para que eles também se tornem santos e sejam também consagrados ao Pai.

Oração
Ó Jesus, em forma de testamento espiritual, fazes importantes pedidos ao Pai em favor dos teus discípulos: que o Pai conserve dentro deles a tua alegria; que não os retire do mundo, porque eles não são do mundo; e que, pelo Espírito, os consagre para a missão de implantar o Reino de Deus. Amém.

(Dia a dia com o Evangelho 2021 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)

Fonte: Paulus

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Santo do dia

São Celestino V, papa

Pedro de Morrone, penúltimo de doze filhos de humildes camponeses de Isérnia, onde nasceu em 1215, é figura emblemática do século de grandes santos, como são Francisco de Assis e são Domingos, mas também de profundas lesões no corpo da Igreja. Foram necessários dois anos de conclave para que os cardeais chegassem a um acordo sobre a eleição do papa na humilde pessoa do ermitão Pedro de Morrone, que assumiu o nome de Celestino V. O pontífice octogenário, eleito a 5 de julho de 1284, depôs a tiara a 13 de dezembro do mesmo ano, fazendo um gesto muito discutido pelos contemporâneos quanto à interpretação. Dante chegou até a colocá-lo no seu Inferno, dando como causa: “Aquele que fez por covardia a grande renúncia”. Ao contrário, foi precisamente nesta oportunidade que o piedoso pontífice mostrara uma extraordinária firmeza de espírito, renunciando à tiara quando percebeu que príncipes e cardeais faziam perigosas manobras políticas a respeito de sua pessoa.

Criado na serena paz do campo, primeiro esteve no mosteiro de santa Maria de Faifoli (1231-32), depois numa gruta do monte Pelenco em completa solidão. Fez a primeira viagem a Roma em 1238 e lá foi ordenado sacerdote com a licença de levar vida eremítica. Estabeleceu-se de fato no monte Morrone, perto de Sulmona, depois no monte Maiella onde em 1246 fundou a primeira comunidade eremítica, que em 1263 o papa Urbano IV aprovou, inserindo-a, porém, na ordem monástica beneditina. Para defender a nova Ordem dos Irmãos do Espírito Santo (mais conhecidos por Celestinos), Pedro de Morrone não hesitou em ir, em 1274, ao concílio de Lião, obtendo o reconhecimento do papa Gregório X.

De volta à Itália, o santo eremita, impulsionado pelo desejo da solidão, andou de um lado para outro para visitar as várias comunidades monásticas, mas sobretudo para se subtrair às várias visitas de devotos admiradores, que o procuravam por causa da fama da sua santidade. Em 1286, convocou o capítulo geral da sua Congregação e nesta assembleia demitiu-se de prior escolhendo para morada primeiro o ermo de são Bartolomeu de Logio, depois o de são João de Orfente, em seguida o ermo de santo Onofre, onde recebeu a notícia de sua eleição ao sumo pontificado ao qual renunciou depois de cinco meses.

Não conseguiu voltar à suspirada paz do ermo, pois o seu sucessor, Bonifácio VIII, temendo que os que apoiaram a eleição de Celestino V criassem novas dificuldades à Igreja, teve-o sob guarda no castelo de Fumone, onde o ex-papa viveu os últimos meses de sua vida no completo isolamento. Aqui o colheu a morte a 19 de maio de 1296. Clemente VI o proclamou santo a 5 de maio de 1313.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

Fonte: Paulus