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domingo 7 março 2021
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5º DOMINGO DO TEMPO COMUM

(verde, glória, creio – 1ª semana do saltério)

Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s).

Diante do sofrimento e da desesperança, somos impelidos a levar a todos a boa-nova do Evangelho. Jesus nos chama a participar de sua missão libertadora, confortando os corações atribulados e sendo solidários aos doentes e sofredores. Celebremos a páscoa do Senhor, a qual se manifesta sempre que nos empenhamos para resguardar e defender a vida.

 

Primeira Leitura: Jó 7,1-4.6-7

Leitura do livro de Jó – Jó disse: 1“Não é acaso uma luta a vida do homem sobre a terra? Seus dias não são como dias de um mercenário? 2Como um escravo suspira pela sombra, como um assalariado aguarda sua paga, 3assim tive por ganho meses de decepção, e couberam-me noites de sofrimento. 4Se me deito, penso: quando poderei levantar-me? E, ao amanhecer, espero novamente a tarde e me encho de sofrimentos até o anoitecer. 6Meus dias correm mais rápido do que a lançadeira do tear e se consomem sem esperança. 7Lembra-te de que minha vida é apenas um sopro e meus olhos não voltarão a ver a felicidade!” – Palavra do Senhor.

 

Salmo Responsorial: 146(147)

Louvai a Deus, porque ele é bom e conforta os corações.

1. Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom, † cantai ao nosso Deus, porque é suave: / ele é digno de louvor, ele o merece! / O Senhor reconstruiu Jerusalém / e os dispersos de Israel juntou de novo. – R.

2. Ele conforta os corações despedaçados, / ele enfaixa suas feridas e as cura; / fixa o número de todas as estrelas / e chama a cada uma por seu nome. – R.

3. É grande e onipotente o nosso Deus, / seu saber não tem medida nem limites. / O Senhor Deus é o amparo dos humildes, / mas dobra até o chão os que são ímpios. – R.

 

Segunda Leitura: 1 Coríntios 9,16-19.22-23

Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios – Irmãos, 16pregar o Evangelho não é para mim motivo de glória. É antes uma necessidade para mim, uma imposição. Ai de mim se eu não pregar o Evangelho! 17Se eu exercesse minha função de pregador por iniciativa própria, eu teria direito a salário. Mas, como a iniciativa não é minha, trata-se de um encargo que me foi confiado. 18Em que consiste então o meu salário? Em pregar o Evangelho, oferecendo-o de graça, sem usar os direitos que o Evangelho me dá. 19Assim, livre em relação a todos, eu me tornei escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. 22Com os fracos, eu me fiz fraco, para ganhar os fracos. Com todos, eu me fiz tudo, para certamente salvar alguns. 23Por causa do Evangelho eu faço tudo, para ter parte nele. – Palavra do Senhor.

 

Evangelho: Marcos 1,29-39

Aleluia, aleluia, aleluia.

O Cristo tomou sobre si nossas dores, / carregou em seu corpo as nossas fraquezas (Mt 8,17). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu, e ela começou a servi-los. 32À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era. 35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te procurando”. 38Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. 39E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios. – Palavra da salvação.

 

Reflexão:

Jesus deixa a sinagoga e, com Tiago e João, vai até a casa de Pedro e André. Certamente, não para descansar. De fato, informado que a sogra de Pedro estava com febre, Jesus imediatamente “tomou-a pela mão e a fez levantar-se”. Recuperada a saúde, a sogra de Pedro “começou a servi-los”. Erguer os caídos e devolver-lhes a condição de servir o próximo foi o que Jesus fez, com frequência, ao longo de sua missão. De fato, no entardecer daquele dia, Jesus “curou muitos doentes de várias doenças e expulsou muitos demônios”. E não permitia que os demônios falassem quem ele era. Poderiam dar informações falsas, já que eram adversários. Ou, então, passariam dados incompletos sobre o Messias, o qual só será melhor conhecido quando entregar sua vida na cruz.




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