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terça-feira 25 junho 2019
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5ª Semana da Páscoa – Segunda-feira

Primeira Leitura: Atos 14,5-18

Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, em Icônio, pagãos e judeus, tendo à frente seus chefes, estavam dispostos a ultrajar e apedrejar Paulo e Barnabé. Ao saberem disso, Paulo e Barnabé fugiram e foram para Listra e Derbe, cidades da Licaônia, e seus arredores. Aí começaram a anunciar o evangelho. Em Listra havia um homem paralítico das pernas, que era coxo de nascença e nunca fora capaz de andar. Ele escutava o discurso de Paulo. E este, fixando nele o olhar e notando que tinha fé para ser curado, disse em alta voz: “Levanta-te direito sobre os teus pés”. O homem deu um salto e começou a caminhar. Vendo o que Paulo acabara de fazer, a multidão exclamou em dialeto licaônico: “Os deuses desceram entre nós em forma de gente!” Chamavam a Barnabé Júpiter e a Paulo Mercúrio, porque era Paulo quem falava. Os sacerdotes de Júpiter, cujo templo ficava defronte à cidade, levaram à porta touros ornados de grinaldas e queriam, com a multidão, oferecer sacrifícios. Ao saberem disso, os apóstolos Barnabé e Paulo rasgaram as vestes e foram para o meio da multidão, gritando: “Homens, o que estais fazendo? Nós também somos homens mortais como vós e vos estamos anunciando que precisais deixar esses ídolos inúteis para vos converterdes ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles existe. Nas gerações passadas, Deus permitiu que todas as nações seguissem o próprio caminho. No entanto, ele não deixou de dar testemunho de si mesmo através de seus benefícios, mandando do céu chuvas e colheitas, dando alimento e alegrando vossos corações”. E assim falando, com muito custo, conseguiram que a multidão desistisse de lhes oferecer um sacrifício. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 113B(115)

Não a nós, ó Senhor, não a nós, / ao vosso nome, porém, seja glória.

  1. Não a nós, ó Senhor, não a nós, † ao vosso nome, porém, seja a glória, / porque sois todo amor e verdade! / Por que hão de dizer os pagãos: / “Onde está o seu Deus, onde está?” – R.
  2. É nos céus que está o nosso Deus, / ele faz tudo aquilo que quer. / São os deuses pagãos ouro e prata, / todos eles são obras humanas. – R.
  3. Abençoados sejais do Senhor, / do Senhor que criou céu e terra! / Os céus são os céus do Senhor, / mas a terra ele deu para os homens. – R.
Evangelho: João 14,21-26

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele”. Judas – não o Iscariotes – disse-lhe: “Senhor, como se explica que te manifestarás a nós e não ao mundo?” Jesus respondeu-lhe: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada. Quem não me ama não guarda a minha palavra. E a palavra que escutais não é minha, mas do Pai que me enviou. Isso é o que vos disse enquanto estava convosco. Mas o defensor, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito”.  – Palavra da salvação.

Reflexão:

Não interessa a Jesus um amor só de intenção. Ele quer do discípulo um amor traduzido em obras: “Quem aceita os meus mandamentos e obedece a eles, esse é que me ama”. A maior expressão do amor é doar a vida pelos outros. O amor ao próximo não é algo abstrato. Quem põe em prática a palavra de Jesus será amado pelo Pai e se transformará em morada do Pai e do Filho. Torna-se, desse modo, a manifestação da presença de Deus. Os apóstolos ainda permanecem incapazes de compreender o sentido profundo da obra de Jesus. Por isso, o Pai enviará o Espírito Santo, aqui Advogado, o Defensor da comunidade, com a missão de ensinar “todas as coisas” aos discípulos e recordar-lhes tudo o que Jesus falou.




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