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domingo 7 março 2021
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4ª Semana da Páscoa – Terça-feira

Primeira Leitura: Atos 11,19-26

Leitura dos Atos dos Apóstolos – Naqueles dias, aqueles que se haviam espalhado por causa da perseguição que se seguiu à morte de Estêvão chegaram à Fenícia, à ilha de Chipre e à cidade de Antioquia, embora não pregassem a Palavra a ninguém que não fosse judeu. Contudo, alguns deles, habitantes de Chipre e da cidade de Cirene, chegaram a Antioquia e começaram a pregar também aos gregos, anunciando-lhes a boa-nova do Senhor Jesus. E a mão do Senhor estava com eles. Muitas pessoas acreditaram no evangelho e se converteram ao Senhor. A notícia chegou aos ouvidos da Igreja que estava em Jerusalém. Então enviaram Barnabé até Antioquia. Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração. É que ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E uma grande multidão aderiu ao Senhor. Então Barnabé partiu para Tarso, à procura de Saulo. Tendo encontrado Saulo, levou-o a Antioquia. Passaram um ano inteiro trabalhando juntos naquela Igreja e instruíram uma numerosa multidão. Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos. – Palavra do Senhor.

 

Salmo Responsorial: 86(87)

Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes.

1. O Senhor ama a cidade / que fundou no monte santo; / ama as portas de Sião / mais que as casas de Jacó. / Dizem coisas gloriosas / da cidade do Senhor. – R.

2. “Lembro o Egito e Babilônia / entre os meus veneradores. / Na Filisteia ou em Tiro † ou no país da Etiópia, / este ou aquele ali nasceu.” / De Sião, porém, se diz: † “Nasceu nela todo homem; / Deus é sua segurança”. – R.

3. Deus anota no seu livro, † onde inscreve os povos todos: / “Foi ali que estes nasceram”. / E por isso todos juntos / a cantar se alegrarão; / e, dançando, exclamarão: / “Estão em ti as nossas fontes!” – R.

Evangelho: João 10,22-30

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do templo. Era inverno. Jesus passeava pelo templo, no Pórtico de Salomão. Os judeus rodeavam-no e disseram: “Até quando nos deixarás em dúvida? Se tu és o Messias, dize-nos abertamente”. Jesus respondeu: “Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu dou-lhes a vida eterna, e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão. Meu Pai, que me deu essas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um”. – Palavra da salvação.

 

 

Reflexão:

“Se tu és o Cristo, dize-nos claramente”. Com esse desafio, os adversários de Jesus tentam desconcertá-lo. Ora, a fé não é resultado de raciocínio ou de argumentos bem concatenados. Para entender Jesus Cristo e aproximar-se do seu mistério, é necessário pertencer a seu rebanho e ouvir a sua voz. Só pode compreender Jesus e o seu Reino quem se dispõe a estabelecer com ele relações de comunhão, diálogo, busca sincera. Essas atitudes estão na base de todo verdadeiro  encontro. Mas as lideranças do povo não se abrem para acolher Jesus. Então, não aceitam tampouco o Pai, pois é impossível agradar a Deus sem aceitar Jesus, o Filho de Deus. Pois Jesus age em nome do Pai, e suas ovelhas estão sob a tutela do Pai. Ora, existe comunhão íntima entre Jesus e o Pai: “Eu e o Pai somos um”.




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