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segunda-feira 24 fevereiro 2020
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3ª Semana do Advento – Segunda-feira

Primeira Leitura: Números 24,2-7.15-17

Leitura do livro dos Números – Naqueles dias, Balaão levantou os olhos e viu Israel acampado por tribos. O espírito de Deus veio sobre ele, e Balaão pronunciou seu poema: “Oráculo de Balaão, filho de Beor, oráculo do homem que tem os olhos abertos; oráculo daquele que ouve as palavras de Deus, que vê o que o Poderoso lhe faz ver, que cai, e seus olhos se abrem. Como são belas as tuas tendas, ó Jacó, e as tuas moradas, ó Israel! Elas se estendem como vales, como jardins ao longo de um rio, como aloés que o Senhor plantou, como cedros junto das águas. A água transborda de seus cântaros, e sua semente é ricamente regada. Seu rei é mais poderoso do que Agag, seu reino está em ascensão”. E Balaão continuou pronunciando o seu poema: “Oráculo de Balaão, filho de Beor, oráculo do homem que tem os olhos abertos, oráculo daquele que ouve as palavras de Deus e conhece os pensamentos do Altíssimo, que vê o que o Poderoso lhe faz ver, que cai, e seus olhos se abrem. Eu o vejo, mas não agora; e o contemplo, mas não de perto. Uma estrela sai de Jacó, e um cetro se levanta de Israel”. – Palavra do Senhor.

 

Salmo Responsorial: 24(25)

Fazei-me conhecer a vossa estrada, ó Senhor! 

1. Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos / e fazei-me conhecer a vossa estrada! / Vossa verdade me oriente e me conduza, / porque sois o Deus da minha salvação. – R.

2. Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura / e a vossa compaixão, que são eternas! / De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia / e sois bondade sem limites, ó Senhor! – R.

3. O Senhor é piedade e retidão / e reconduz ao bom caminho os pecadores. / Ele dirige os humildes na justiça, / e aos pobres ele ensina o seu caminho. – R.

Evangelho: Mateus 21,23-27

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, Jesus voltou ao templo. Enquanto ensinava, os sumos sacerdotes e os anciãos do povo aproximaram-se dele e perguntaram: “Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu tal autoridade?” Jesus respondeu-lhes: “Também eu vos farei uma pergunta. Se vós me responderdes, também eu vos direi com que autoridade faço essas coisas. Donde vinha o batismo de João? Do céu ou dos homens?” Eles refletiam entre si: “Se dissermos ‘do céu’, ele nos dirá: ‘Por que não acreditastes nele?’ Se dissermos ‘dos homens’, temos medo do povo, pois todos têm João Batista na conta de profeta”. Eles então responderam a Jesus: “Não sabemos”. Ao que Jesus também respondeu: “Eu também não vos direi com que autoridade faço essas coisas”. – Palavra da salvação.

 

Reflexão:

As lideranças religiosas e civis estão incomodadas com a presença e a pregação de Jesus. Notam que aumenta o número dos seguidores do Mestre. Então tentam freá-lo, impondo-lhe silêncio e afastando-o de seus domínios. Pensam derrubá-lo com uma pergunta sobre a fonte de sua autoridade. Jesus responde perguntando também. Era um dos estilos de debate entre os rabinos. Na verdade a pergunta de Jesus força-os a tomar posição em relação a João Batista. Colocar-se a favor de João é colocar-se a favor de Jesus. Colocar-se contra João é colocar-se contra o povo, o qual tem pelo Batista grande estima e consideração. Sem saída, ficam mudos. Enquanto estão calados, podem refletir sobre a identidade e as ações de João e de Jesus.




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