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domingo 26 janeiro 2020
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2ª Semana do Advento – Quarta-feira

Primeira Leitura: Isaías 40,25-31

Leitura do livro do profeta Isaías – “Com quem haveis de me comparar, e a quem seria eu igual?”, fala o Santo. Levantai os olhos para o alto e vede: quem criou tudo isso? Aquele que expressa em números o exército das estrelas e a cada uma chama pelo nome: tal é a grandeza e força e poder de Deus, que nenhuma delas falta à chamada. Então, por que dizes, Jacó, e por que falas, Israel: “Minha vida ocultou-se da vista do Senhor, e meu julgamento escapa ao do meu Deus”? Acaso ignoras ou não ouviste? O Senhor é o Deus eterno que criou os confins da terra; ele não falha nem se cansa, insondável é sua sabedoria; ele dá coragem ao desvalido e aumenta o vigor do mais fraco. Cansam-se as crianças e param, os jovens tropeçam e caem, mas os que esperam no Senhor renovam suas forças, criam asas como as águias, correm sem se cansar, caminham sem parar. – Palavra do Senhor.

 

Salmo Responsorial: 102(103)

Bendize, ó minha alma, ao Senhor.
1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / e todo o meu ser, seu santo nome! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / não te esqueças de nenhum de seus favores! – R.
2. Pois ele te perdoa toda culpa / e cura toda a tua enfermidade; / da sepultura ele salva a tua vida / e te cerca de carinho e compaixão. – R.
3. O Senhor é indulgente, é favorável, / é paciente, é bondoso e compassivo. / Não nos trata como exigem nossas faltas / nem nos pune em proporção às nossas culpas. – R.

Evangelho: Mateus 11,28-30
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, tomou Jesus a palavra e disse: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. – Palavra da salvação.
Reflexão:

Uma dedicada mãe, só pelas reações do seu filhinho, consegue acertar o que ele está sentindo: dores e alegrias. Do mesmo modo Jesus, com sua extrema sensibilidade, observa atentamente o semblante e os gestos dos seus conterrâneos e fica sabendo o quanto eles estão sofrendo. Ora, muitos andam tão curvados sob o peso de obrigações sociais e exigências religiosas, que perdem a alegria de viver e formam um conceito falso a respeito de Deus. Jesus se dispõe a aliviar-lhes o fardo, opondo-se a todo tipo de exploração e opressão. Propõe um caminho de liberdade em que a pessoa seja de fato mais importante do que as leis. O texto nos convida também a não sofrermos sozinhos, mas unirmos nossas dores às de Jesus.




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