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quinta-feira 4 março 2021
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22ª Semana do Tempo Comum – Sábado

Primeira Leitura: Colossenses 1,21-23

Leitura da carta de são Paulo aos Colossenses – Irmãos, vós, que outrora éreis estrangeiros e inimigos pelas manifestas más obras, eis que agora Cristo vos reconciliou pela morte que sofreu no seu corpo mortal, para vos apresentar como santos, imaculados, irrepreensíveis diante de si. Mas é necessário que permaneçais inabaláveis e firmes na fé, sem vos afastardes da esperança que vos dá o evangelho, que ouvistes, que foi anunciado a toda criatura debaixo do céu e do qual eu, Paulo, me tornei ministro. – Palavra do Senhor.

 

Salmo Responsorial: 53(54)

Quem me protege e me ampara é meu Deus.

  1. Por vosso nome, salvai-me, Senhor, / e dai-me a vossa justiça! / Ó meu Deus, atendei minha prece / e escutai as palavras que eu digo! – R.
  2. Quem me protege e me ampara é meu Deus; / é o Senhor quem sustenta minha vida! / Quero ofertar-vos o meu sacrifício / de coração e com muita alegria; / quero louvar, ó Senhor, vosso nome, / quero cantar vosso nome, que é bom! – R.
Evangelho: Lucas 6,1-5

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Num sábado, Jesus estava passando através de plantações de trigo. Seus discípulos arrancavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos. Então alguns fariseus disseram: “Por que fazeis o que não é permitido em dia de sábado?” Jesus respondeu-lhes: “Acaso vós não lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando estavam sentindo fome? Davi entrou na casa de Deus, pegou dos pães oferecidos a Deus e os comeu, e ainda por cima os deu a seus companheiros. No entanto, só os sacerdotes podem comer desses pães”. E Jesus acrescentou: “O Filho do homem é senhor também do sábado”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Os discípulos de Jesus colhem espigas e as comem. Interpretando o fato de debulhar espigas como colheita e, portanto, como violação ao repouso sabático, os fariseus recriminam a atitude dos discípulos. Apoiado em passagem da Escritura e citando o respeitado nome de Davi, Jesus enuncia um princípio decisivo: em caso de necessidade, a manutenção da vida tem precedência sobre o respeito às proibições religiosas. Sem alimentar-se não há ser humano, o qual é maior do que qualquer prescrição, pois “o sábado foi feito para o homem” (Mc 2,27). Ao dizer “o Filho do Homem é senhor do sábado”, Jesus nos ensina que as instituições, estruturas, leis e costumes devem estar a serviço do homem: podem ser abolidos e cair para segundo plano em qualquer circunstância em que uma necessidade urgente o exigir.




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