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Evangelho do dia

Terça-feira da 12ª semana do Tempo Comum

SÃO LUÍS GONZAGA, RELIGIOSO

(branco, pref. comum, ou dos religiosos, – ofício da memória)

O homem de coração puro e mãos inocentes é digno de subir à montanha do Senhor e de permanecer em seu santuário (Sl 23,4.3).

Luís nasceu na Itália em 1568 e lá faleceu em 1591. De caráter decidido e inteligência perspicaz, renunciou ao título de marquês e às glórias do mundo para entrar na Companhia de Jesus. Distinguiu-se não só pela pureza e pela vida de oração, mas também pela caridade e pelo serviço aos doentes de peste, doença que ele contraiu e, em pouco tempo, o levou à morte. É invocado como patrono da juventude e modelo dos aspirantes ao sacerdócio. Confiemos à sua intercessão a vida de nossos jovens.

Primeira Leitura: 2 Reis 19,9-11.14-21.31-36

Leitura do segundo livro dos Reis – Naqueles dias, 9Senaquerib, rei da Assíria, enviou de novo mensageiros a Ezequias para dizer-lhe: 10“Não te seduza o teu Deus, em quem confias, pensando: ‘Jerusalém não será entregue nas mãos do rei dos assírios’. 11Porque tu mesmo tens ouvido o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações e como as devastaram. Só tu te vais salvar?” 14Ezequias tomou a carta da mão dos mensageiros e leu-a. Depois subiu ao templo do Senhor, estendeu a carta diante do Senhor 15e, na presença do Senhor, fez a seguinte oração: “Senhor, Deus de Israel, que estás sentado sobre os querubins! Tu és o único Deus de todos os reinos da terra. Tu fizeste o céu e a terra. 16Inclina o teu ouvido, Senhor, e ouve. Abre, Senhor, os teus olhos e vê. Ouve todas as palavras de Senaquerib, que mandou emissários para insultar o Deus vivo. 17É verdade, Senhor, que os reis da Assíria devastaram as nações e seus territórios; 18lançaram os seus deuses ao fogo, porque não eram deuses, mas obras das mãos dos homens, de madeira e pedra; por isso os puderam destruir. 19Mas agora, Senhor, nosso Deus, livra-nos de suas mãos, para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus”. 20Então Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias: “Assim fala o Senhor, Deus de Israel: Ouvi a prece que me dirigiste a respeito de Senaquerib, rei da Assíria. 21Eis o que o Senhor disse dele: ‘A virgem filha de Sion despreza-te e zomba de ti. A filha de Jerusalém meneia a cabeça nas tuas costas. 31Pois um resto sairá de Jerusalém, e sobreviventes, do monte Sião. Eis o que fará o zelo do Senhor todo-poderoso’. 32Por isso, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: ‘Ele não entrará nesta cidade, nem lançará nenhuma flecha contra ela, nem a assaltará com escudo, nem a cercará com trincheira alguma. 33Pelo caminho por onde veio há de voltar e não entrará nesta cidade, diz o Senhor. 34Protegerei esta cidade e a salvarei em atenção a mim mesmo e ao meu servo Davi’”. 35Naquela mesma noite, saiu o anjo do Senhor e exterminou no acampamento assírio cento e oitenta e cinco mil homens. 36Senaquerib, rei da Assíria, levantou acampamento e partiu. Voltou para Nínive e aí permaneceu. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 47(48)

O Senhor estabelece sua cidade para sempre.

1. Grande é o Senhor e muito digno de louvores / na cidade onde ele mora; / seu monte santo, esta colina encantadora / é a alegria do universo. – R.

2. Monte Sião, no extremo norte situado, / és a mansão do grande rei! / Deus revelou-se, em suas fortes cidadelas, / um refúgio poderoso. – R.

3. Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade / em meio ao vosso templo; / com vosso nome vai também vosso louvor / aos confins de toda a terra. – R.

Evangelho: Mateus 7,6.12-14

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu sou a luz do mundo; / aquele que me segue / não caminha entre as trevas, / mas terá a luz da vida (Jo 8,12). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 6“Não deis aos cães as coisas santas nem atireis vossas pérolas aos porcos, para que eles não as pisem com os pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem. 12Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisso consiste a Lei e os Profetas. 13Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! 14Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram!” – Palavra da salvação.

Reflexão:

Nesse trecho temos vários ditos de Jesus, ainda dentro do sermão da montanha, sobre a prudência, a caridade e a decisão. Prudência com os valores do Evangelho e do Reino, considerados sagrados, que nem todos entendem ou estão dispostos a acolher. A comunidade acolhe os valores do Reino pregado por Jesus; para quem não estiver a fim desses valores, seria desperdício propô-los. A caridade é definida na conhecida “regra de ouro”: fazer aos outros o que desejamos a nós mesmos. Qualquer pessoa pode entender essa explicação da caridade. O discípulo do Reino procura agir sempre pensando no bem do próximo e espera receber o mesmo dele. O terceiro dito de Jesus é sobre a decisão: optar pela porta estreita ou pela porta larga. Nem sempre é fácil trilhar o caminho proposto por Jesus, mas é a partir de nossa opção que decidimos pela felicidade ou desgraça.(Dia a dia com o Evangelho 2022)

FONTE: PAULUS

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