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Evangelho do dia

Segunda-feira da 2ª semana do Tempo Comum

SANTO ANTÃO

PAI DA VIDA MONACAL

(branco, pref. comum, – ofício da memória)

O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro do Líbano, plantado na casa do Senhor, nos átrios de nosso Deus (Sl 91,13s).

Antão nasceu no Egito em 250 e lá faleceu em 356. Ainda jovem, doou seus bens aos pobres e retirou-se para o deserto, onde iniciou intensa vida de comunhão com Deus. A ele uniram-se, mais tarde, dezenas de discípulos, que abraçaram seu mesmo estilo de vida. É considerado o pai dos monges e de todas as formas de vida religiosa. A seu exemplo, sintamo-nos estimulados à prática radical do Evangelho.

Primeira Leitura: 1 Samuel 15,16-23

Leitura do primeiro livro de Samuel – Naqueles dias, 16Samuel disse a Saul: “Basta! Deixa-me dizer-te o que o Senhor me revelou esta noite”. Saul disse: “Fala!” 17Então Samuel começou: “Por menor que sejas aos teus próprios olhos, acaso não és o chefe das tribos de Israel? O Senhor ungiu-te rei sobre Israel 18e te enviou em expedição com a ordem de eliminar os amalecitas, esses malfeitores, combatendo-os até que fossem exterminados. 19Por que não ouviste a voz do Senhor e te precipitaste sobre os despojos, e fizeste o que desagrada ao Senhor?” 20Saul respondeu a Samuel: “Mas eu obedeci ao Senhor! Realizei a expedição a que ele me enviou. Trouxe Agag, rei de Amalec, para cá e exterminei os amalecitas. 21Quanto aos despojos, o povo reteve, das ovelhas e dos bois, o melhor do que devia ser eliminado, para sacrificar ao Senhor teu Deus em Guilgal”. 22Mas Samuel replicou: “O Senhor quer holocaustos e sacrifícios ou quer a obediência à sua palavra? A obediência vale mais que o sacrifício, a docilidade mais que oferecer gordura de carneiros. 23A rebelião é um verdadeiro pecado de magia, um crime de idolatria, uma obstinação. Assim, porque rejeitaste a palavra do Senhor, ele te rejeitou: tu não és mais rei”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 49(50)

A todo homem que procede retamente, / eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

1. Eu não venho censurar teus sacrifícios, / pois sempre estão perante mim teus holocaustos; / não preciso dos novilhos de tua casa / nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos. – R.

2. Como ousas repetir os meus preceitos / e trazer minha aliança em tua boca? / Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos / e deste as costas às palavras dos meus lábios! – R.

3. Diante disso que fizeste, eu calarei? / Acaso pensas que eu sou igual a ti? / É disso que te acuso e repreendo / e manifesto essas coisas aos teus olhos. – R.

4. Quem me oferece um sacrifício de louvor, / este, sim, é que me honra de verdade. / A todo homem que procede retamente, / eu mostrarei a salvação que vem de Deus. – R.

Evangelho: Marcos 2,18-22

Aleluia, aleluia, aleluia.

A Palavra do Senhor é viva e eficaz: / ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?” 19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar. 21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha, porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos, porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Para cada coisa há um momento próprio, até para jejuar, diz Jesus. Alguns grupos se preocupam pelo fato de que os discípulos de Jesus não jejuam como eles. Jesus não desaprova o jejum como meio de conversão ou de solidariedade, dá-lhe nova dimensão dentro da novidade de sua mensagem. Sua nova mensagem exige corações novos, abertos a essa novidade. Pode não dar certo agregar esquemas ultrapassados à novidade do Reino inaugurado com o Mestre de Nazaré. Seria como remendar traje velho com remendo novo ou colocar vinho novo em vasilhas velhas. O jejum, segundo Jesus, é válido quando leva à libertação interior e fortalece o amor e o compromisso com aqueles que têm de jejuar todos os dias por falta de comida. A questão do jejum deveria questionar nossa sociedade consumista de forma desenfreada. Jejuar contra o consumismo doentio.(Dia a dia com o Evangelho 2022)

FONTE: PAULUS

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Santo do dia

Santo Antão – abade (memória)

Antão é o monge mais ilustre da Igreja antiga. Viveu mais de cem anos (250-356). Sua biografia foi magistralmente escrita por santo Atanásio, seu discípulo e amigo. Nenhum particular foi esquecido: caráter, costumes, obras e pensamento do grande pai da vida monacal. Nasceu em Coman, no coração do Egito. Aos vinte anos abandonou tudo para seguir à risca o conselho de Jesus: “Se queres ser perfeito…”. Refugiou-se, primeiro em lugares desertos e inóspitos, depois nas margens do mar Vermelho, onde teve vida de anacoreta durante 80 anos.

A experiência do “deserto”, em sentido real ou figurado, é um método de ascese e foi grandemente estimulada por santo Antão. Embora não tenha sido o iniciador, seus exemplos refletiram-se por toda a Igreja.

A propaganda de sua extraordinária experiência de vida santa no deserto, mesmo sem os meios atuais de comunicações, atingiu rapidamente todo o mundo. Peregrinos, bispos, padres, monges dos mais distantes lugares do mundo iam receber conselhos e conforto de Antão. Até Constantino (imperador) e seus filhos estiveram em contato com o anacoreta. Antão não conservava só para si os dons recebidos de Deus. Duas vezes esteve em Alexandria para confortar e animar os cristãos perseguidos por Maximiano Daia. A segunda vez foi a convite de santo Atanásio para exortar os cristãos a manterem-se fiéis à doutrina do concílio de Niceia (325).

Não é possível falar deste iluminado contestador sem mencionar as tentações que perturbavam sua solidão no deserto e forneceram material a pintores como Domingos Morelli. Ele sofreu tentações de todo tipo. Não obstante sua austeridade de anacoreta para consigo mesmo, era santo humaníssimo e compreensivo para com os outros. Isso o tornou popularíssimo. Ele é também o protetor dos animais domésticos.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

FONTE: PAULUS

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Santo do dia

São Marcelo – papa

Marcelo vem apresentado em atitude esquisita para um papa: num estábulo cuidando de cavalos e burros. Diz uma lenda que enquanto o papa Marcelo celebrava missa em casa de patrícia romana e repreendia o imperador Maximiano pela sua crueldade contra os cristãos, o imperador irritado mandou invadir a casa, transformá-la em estrebaria e obrigou Marcelo a tomar conta dos animais. Ali ficou até morrer. Por isso é o protetor dos que cuidam desses animais. Conforme a mesma lenda trata-se da patrícia Lucina. Sua casa era exatamente no lugar onde hoje temos a igreja de são Marcelo. Mas a igreja atual foi construída sobre outra, queimada em 1519, que fora edificada no começo do século IV. Escavações revelaram uma lâmina de chumbo com inscrições referentes ao corpo de são Marcelo, papa e mártir, e de outros.

Também a respeito de são Marcelo existem críticos que chegam a pôr em dúvida até sua existência, achando que se trata do mesmo Marcelino que se tornou papa no ano 296 e morreu mártir em 304. A sede teria ficado vacante até que, em 309, foi eleito santo Eusébio. Essa afirmação não resiste à crítica. Os compiladores do calendário renovado, embora deixando a memória de Marcelo nos calendários particulares, porque não é santo universal (Sacro-sanctum Concilium, 11) e também esclarecendo que ele não foi mártir, lembram que Marcelo foi papa e morreu em Roma em 309.

Foi dúplice o empenho do breve pontificado de são Marcelo: a reestruturação das paróquias romanas devastadas pela cruel perseguição de Diocleciano e o rigor para com os chamados lapsi (os que renegaram a fé diante de uma perseguição) que pretendiam receber os sacramentos sem terem cumprido as penitências que lhes tinham sido impostas ou prescritas.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

FONTE: PAULUS

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Sábado da 1ª semana do Tempo Comum

(verde – ofício do dia)

Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.

Por meio do profeta, Deus escolhe um rei, ao qual confia a missão de libertar o povo. Os que assumem funções de governo, bem como os chamados para seguir o Senhor, têm responsabilidades com a vida digna para todos.

Primeira Leitura: 1 Samuel 9,1-4.17-19; 10,1

Leitura do primeiro livro de Samuel – 1Havia um homem de Benjamim chamado Cis, filho de Abiel, filho de Seror, filho de Becorat, filho de Afia, um benjaminita, homem forte e valente. 2Ele tinha um filho chamado Saul, de boa apresentação. Entre os filhos de Israel não havia outro melhor do que ele: dos ombros para cima sobressaía a todo o povo. 3Ora, aconteceu que se perderam umas jumentas de Cis, pai de Saul. E Cis disse a seu filho Saul: “Toma contigo um dos criados, põe-te a caminho e vai procurar as jumentas”. Eles atravessaram a montanha de Efraim 4e a região de Salisa, mas não as encontraram. Passaram também pela região de Salim, sem encontrar nada; e ainda pela terra de Benjamim, sem resultado algum. 17Quando Samuel avistou Saul, o Senhor lhe disse: “Este é o homem de quem te falei. Ele reinará sobre o meu povo”. 18Saul aproximou-se de Samuel, na soleira da porta, e disse-lhe: “Peço-te que me informes onde é a casa do vidente”. 19Samuel respondeu a Saul: “Sou eu mesmo o vidente. Sobe na minha frente ao santuário da colina. Hoje comereis comigo e amanhã de manhã te deixarei partir, depois de te ter revelado tudo o que tens no coração”. 10,1Na manhã seguinte, Samuel tomou um pequeno frasco de azeite, derramou-o sobre a cabeça de Saul e beijou-o, dizendo: “Com isto o Senhor te ungiu como chefe do seu povo, Israel. Tu governarás o povo do Senhor e o livrarás das mãos de seus inimigos, que estão ao seu redor”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 20(21)

Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra.

1. Ó Senhor, em vossa força o rei se alegra; / quanto exulta de alegria em vosso auxílio! / O que sonhou seu coração, lhe concedestes; / não recusastes os pedidos de seus lábios. – R.

2. Com bênção generosa o preparastes; / de ouro puro coroastes sua fronte. / A vida ele pediu e vós lhe destes, / longos dias, vida longa pelos séculos. – R.

3. É grande a sua glória em vosso auxílio; / de esplendor e majestade o revestistes. / Transformastes o seu nome numa bênção / e o cobristes de alegria em vossa face. – R.

Evangelho: Marcos 2,13-17

Aleluia, aleluia, aleluia.

O Espírito do Senhor repousa sobre mim / e enviou-me a anunciar aos pobres o Evangelho (Lc 4,18). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 13Jesus saiu de novo para a beira do mar. Toda a multidão ia ao seu encontro, e Jesus os ensinava. 14Enquanto passava, Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos e disse-lhe: “Segue-me!” Levi se levantou e o seguiu. 15E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi, muitos cobradores de impostos e pecadores também estavam à mesa com Jesus e seus discípulos. Com efeito, eram muitos os que o seguiam. 16Alguns doutores da Lei, que eram fariseus, viram que Jesus estava comendo com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos: “Por que ele come com os cobradores de impostos e pecadores?” 17Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: “Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus dirige-se à beira-mar, símbolo de abertura ao mundo pagão, e ensina à multidão que se aglomera em volta dele. Nessas andanças, o Mestre convida Levi (Mateus) para fazer parte do seu grupo. Por ser cobrador de impostos, Levi não é bem-visto pela instituição religiosa judaica. Em seguida, Jesus partilha o banquete com cobradores de impostos e pecadores, revelando com isso o sentido de sua missão: todos são chamados a participar do banquete no seu Reino. Apesar da crítica dos doutores da Lei, Jesus se relaciona e faz refeição com pecadores, doentes e marginalizados. São esses que mais precisam da intervenção salvífica do Filho de Deus. Com suas atitudes, Jesus revela um Deus misericordioso e próximo de cada pessoa, principalmente dos doentes e dos desprezados pela sociedade. Não veio para os justos, mas para os pecadores.(Dia a dia com o Evangelho 2022)

FONTE: PAULUS

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Santo do dia

Santos Plácido e Mauro – monges

O Martirológio Romano recorda a 5 de outubro Plácido e comemora Mauro a 15 de janeiro. Mas a Ordem beneditina, que até poucos anos atrás, celebrava a memória deles em datas diferentes, agora festeja a ambos a 15 de janeiro. Na verdade é impossível separar estes dois primeiros discípulos de são Bento, pois tudo o que sabemos de ambos está contido em dois trechos da vida de são Bento, escrita por são Gregório Magno. O primeiro trecho faz alusão à oferta, pelos pais desses meninos, a são Bento: Equício oferece Mauro, e Plácido é oferecido pelo patrício Tertulo. O segundo trecho torna célebre são Mauro na história da ascética cristã, pela incondicional obediência, premiada com um milagre.

Enquanto estava imerso em oração, são Bento percebeu, em visão, que o menino Plácido, que tinha ido buscar água num lago, por imprudência, tinha caído e corria o risco de se afogar. O santo abade chamou Mauro e lhe disse: “Meu irmão Mauro, corre porque aquele mongezinho que foi buscar água caiu e a onda o carrega”. Mauro partiu imediatamente: correu ao lago e foi ao encontro de Plácido no meio do lago, tomou-o pelos cabelos e o carregou à terra. Só então percebeu haver caminhado sobre as ondas, como o apóstolo são Pedro no lago de Tiberíades.

Estupefato narrou o episódio a são Bento. Este humildemente atribui o prodígio aos merecimentos de Mauro, mas o discípulo estava convicto do contrário e teve a confirmação pelo próprio colega Plácido, que disse ter tido a impressão de haver estado agarrado à capa do abade: “…e parecia que ele me tirava da água”. Tudo o que sabemos sobre os dois santos discípulos de são Bento, além desses trechos de são Gregório, nos vem de uma biografia apócrifa, escrita na metade do século IX. Mauro, enviado pelo seu Mestre à França, aí fundou o primeiro mosteiro beneditino, em Glanfeuil, no Anjou, que graças à liberalidade do rei difundiu-se rapidamente. Morreu no mosteiro francês aos setenta e dois anos, depois de uma peste que levara à morte muitos de seus monges. Mais duvidosas são as informações a respeito da vida de são Plácido, que piedoso biógrafo coloca no elenco dos mártires. Segundo essa lendária Paixão, são Plácido teria sido martirizado na Sicília pelos sarracenos.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

FONTE: PAULUS

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Evangelho do dia

Sexta-feira da 1ª semana do Tempo Comum

(verde – ofício do dia)

Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.

Sábio e feliz é o povo que acolhe a presença de Deus e segue seus caminhos. Com fé nos apresentemos diante do Senhor, nosso amigo inseparável que nos perdoa e salva, pois “ele é nosso escudo e proteção”.

Primeira Leitura: 1 Samuel 8,4-7.10-22

Leitura do primeiro livro de Samuel – Naqueles dias, 4todos os anciãos de Israel se reuniram, foram procurar Samuel em Ramá 5e disseram-lhe: “Olha, tu estás velho e teus filhos não seguem os teus caminhos. Por isso, estabelece sobre nós um rei, para que exerça a justiça entre nós, como se faz em todos os povos”. 6Samuel não gostou quando lhe disseram: “Dá-nos um rei, para que nos julgue”. E invocou o Senhor. 7O Senhor disse a Samuel: “Atende a tudo o que o povo te diz. Porque não é a ti que eles rejeitam, mas a mim, para que eu não reine mais sobre eles”. 10Samuel transmitiu todas as palavras do Senhor ao povo, que lhe pedira um rei, 11e disse: “Estes serão os direitos do rei que reinará sobre vós: tomará vossos filhos e os encarregará dos seus carros de guerra e dos seus cavalos e os fará correr à frente do seu carro. 12Fará deles chefes de mil e de cinquenta homens e os empregará em suas lavouras e em suas colheitas, na fabricação de suas armas e de seus carros. 13Fará de vossas filhas suas perfumistas, cozinheiras e padeiras. 14Tirará os vossos melhores campos, vinhas e olivais e os dará aos seus funcionários. 15Das vossas colheitas e das vossas vinhas ele cobrará o dízimo e o destinará aos seus eunucos e aos seus criados. 16Tomará também vossos servos e servas, vossos melhores bois e jumentos, e os fará trabalhar para ele. 17Exigirá o dízimo de vossos rebanhos, e vós sereis seus escravos. 18Naquele dia, clamareis ao Senhor por causa do rei que vós mesmos escolhestes, mas o Senhor não vos ouvirá”. 19Porém o povo não quis dar ouvidos às razões de Samuel e disse: “Não importa! Queremos um rei, 20pois queremos ser como todas as outras nações. O nosso rei administrará a justiça, marchará à nossa frente e combaterá por nós em todas as guerras”. 21Samuel ouviu todas as palavras do povo e repetiu-as aos ouvidos do Senhor. 22Mas o Senhor disse-lhe: “Faze-lhes a vontade e dá-lhes um rei”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 88(89)

Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor.

1. Quão feliz é aquele povo que conhece a alegria; / seguirá pelo caminho, sempre à luz de vossa face! / Exultará de alegria em vosso nome dia a dia / e, com grande entusiasmo, exaltará vossa justiça. – R.

2. Pois sois vós, ó Senhor Deus, a sua força e sua glória, / é por vossa proteção que exaltais nossa cabeça. / Do Senhor é o nosso escudo, ele é nossa proteção, / ele reina sobre nós, é o santo de Israel! – R.

Evangelho: Marcos 2,1-12

Aleluia, aleluia, aleluia.

Um grande profeta surgiu entre nós / e Deus visitou o seu povo, aleluia (Lc 7,16). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – 1Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. 2E reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. 3Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. 4Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. 5Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. 6Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: 7“Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. 8Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? 9O que é mais fácil, dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’ ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda’? 10Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados” – disse ele ao paralítico -, 11“eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama e vai para tua casa!” 12O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Quando Jesus volta a Cafarnaum, a fama dele já é conhecida, pois muitos vão a ele, aglomeram-se em sua volta, e ele lhes dirige a palavra. Nisso lhe trazem um paralítico carregado por quatro homens e o descem pelo telhado. Até o Mestre se admira da fé deles e diz ao doente: seus pecados estão perdoados. Os doutores da Lei contestam, pois, segundo eles, só Deus pode perdoar os pecados, e taxam Jesus de blasfemo, sujeito a apedrejamento. Jesus lhes dá a entender que ele tem poder de perdoar e curar. Ele vai à raiz dos males, curando o paralítico por “dentro e por fora”, isto é, ele está a serviço da libertação integral da pessoa. O doente que fora carregado por outros agora carrega a própria cama. As paralisias do povo só serão vencidas com atos concretos de solidariedade e com propostas em favor dos mais carentes.(Dia a dia com o Evangelho 2022)

FONTE: PAULUS

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Santo do dia

Santa Verônica de Binasco – religiosa

Nasceu em Binasco, província de Milão, em 1445, filha de humildes camponeses. Com a idade de vinte e dois anos ingressou no convento agostiniano de Santa Marta em Milão, onde passou trinta anos de vida religiosa servindo nos mais humildes trabalhos. Dez anos após a morte, o papa Leão X já lhe concedia o culto particular. Morreu em 13 de janeiro de 1497. A duras penas conseguiu alfabetizar-se no convento. Estava mais acostumada a manejar a enxada que a pena. Não obstante isso aprendeu a melhor de todas as lições, revelada pela Virgem Santíssima: pureza de oração, paciência para com os outros e compreensão necessária para saber ouvir e não se escandalizar com as faltas alheias, tendo uma atitude de oração pelos que erram. Meditava diariamente sobre a paixão de Jesus Cristo. A pa-ciência dessa humilde religiosa analfabeta foi atingida diretamente da fonte divina: externava profundos conhecimentos de teologia e psicologia sem ter estudado. A todos admirava a sensibilidade que tinha para com as dores alheias. Não era para menos, pois a irmã Verônica estava continuamente em contato com o povo. Seu ofício era o de estender a mão de porta em porta. Porém, dava mais que recebia, porque repartia com todos o pão que alimenta a alma.

Foi também a Roma, impelida pela Virgem, para comunicar importante mensagem a Alexandre VI. O papa escutou-a com atenção, pois logo percebeu que estava na presença de uma santa. Profetizou sua morte com todos os pormenores. Suas profecias realizaram-se ao pé da letra. Quando soou a campainha chamando as irmãs às práticas de piedade do dia 13 de janeiro de 1497, conforme sua profecia morreu.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

FONTE: PAULUS

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Evangelho do dia

Quinta-feira da 1ª semana do Tempo Comum

(verde – ofício do dia)

Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.

Deus não é um dispositivo do qual nos servimos, sobretudo na hora do aperto. O Senhor atende de bom grado os legítimos pedidos que brotam de uma fé verdadeira.

Primeira Leitura: 1 Samuel 4,1-11

Leitura do primeiro livro de Samuel – 1Naqueles dias, os filisteus reuniram-se para fazer guerra a Israel. Israel saiu ao encontro dos filisteus, acampando perto de Eben-Ezer, enquanto os filisteus, de sua parte, avançaram até Afec 2e puseram-se em linha de combate diante de Israel. Travada a batalha, Israel foi derrotado pelos filisteus. E morreram naquele combate, em campo aberto, cerca de quatro mil homens. 3O povo voltou ao acampamento e os anciãos de Israel disseram: “Por que fez o Senhor que hoje fôssemos vencidos pelos filisteus? Vamos a Silo buscar a arca da Aliança do Senhor, para que ela esteja no meio de nós e nos salve das mãos dos nossos inimigos”. 4Então o povo mandou trazer de Silo a arca da Aliança do Senhor todo-poderoso, que se senta sobre querubins. Os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias, acompanhavam a arca. 5Quando a arca da Aliança do Senhor chegou ao acampamento, todo Israel rompeu num grande clamor, que ressoou por toda a terra. 6Os filisteus, ouvindo isso, diziam: “Que gritaria é essa tão grande no campo dos hebreus?” E souberam que a arca do Senhor tinha chegado ao acampamento. 7Os filisteus tiveram medo e disseram: “Deus chegou ao acampamento!” E lamentavam-se: 8“Ai de nós! Porque os hebreus não estavam com essa alegria nem ontem nem anteontem. Ai de nós! Quem nos salvará da mão desses deuses tão poderosos? Foram eles que afligiram o Egito com toda espécie de pragas no deserto. 9Mas coragem, filisteus, portai-vos como homens, para que não vos torneis escravos dos hebreus como eles o foram de vós! Sede homens e combatei!” 10Então, os filisteus lançaram-se à luta, Israel foi derrotado e cada um fugiu para a sua tenda. O massacre foi grande: do lado de Israel tombaram trinta mil homens. 11A arca de Deus foi capturada e morreram os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 43(44)

Libertai-nos, Senhor, pela vossa compaixão!

1. Porém, agora nos deixastes e humilhastes, / já não saís com nossas tropas para a guerra! / Vós nos fizestes recuar ante o inimigo, / os adversários nos pilharam à vontade. – R.

2. De nós fizestes o escárnio dos vizinhos, / zombaria e gozação dos que nos cercam; / para os pagãos somos motivo de anedotas, / zombam de nós a sacudir sua cabeça. – R.

3. Levantai-vos, ó Senhor, por que dormis? / Despertai! Não nos deixeis eternamente! / Por que nos escondeis a vossa face / e esqueceis nossa opressão, nossa miséria? – R.

Evangelho: Marcos 1,40-45

Aleluia, aleluia, aleluia.

Jesus pregava a Boa-nova, o Reino anunciando, / e curava toda espécie de doenças entre o povo (Mt 4,23). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo,40um leproso chegou perto de Jesus e, de joelhos, pediu: “Se queres, tens o poder de curar-me”. 41Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero: fica curado!” 42No mesmo instante, a lepra desapareceu e ele ficou curado. 43Então Jesus o mandou logo embora, 44falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!” 45Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo. – Palavra da salvação.

Reflexão:

A atividade incansável de Jesus continua. Um leproso (hanseniano) se aproxima e reconhece que o Mestre tem o poder de curá-lo. Sem se preocupar com a lei mosaica segundo a qual o contato com um leproso tornava a pessoa impura, Jesus estende a mão, toca nele e o cura. Apesar da ordem de Jesus, o beneficiado não consegue conter-se e espalha a notícia. A lepra era uma doença que obrigava o doente a viver afastado da sociedade. Muitas vezes essa lepra era apenas alguma doença da pele. Provavelmente a ira de Jesus seja contra as pessoas e as estruturas que discriminam e marginalizam as pessoas. Os gestos de Jesus são sempre no sentido de devolver dignidade às pessoas. O discípulo de Jesus só será fiel se estiver disposto a superar os preconceitos e discriminações que impedem de se aproximar do próximo carente e realizar gestos de compaixão.(Dia a dia com o Evangelho 2022)

FONTE: PAULUS

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Santo do dia

Santo Hilário de Poitiers – bispo e doutor da Igreja (memória facultativa)

Foi chamado “Atanásio do Ocidente” por se assemelhar ao bispo de Alexandria. São contemporâneos. Hilário nasceu no começo do século IV em Poitiers, onde morreu em 367. Tanto Hilário como Atanásio tiveram o mesmo adversário: o arianismo (heresia que negava o dogma da Santíssima Trindade). Combateram-no com as polêmicas teológicas, discursos e escritos. Também Hilário, por ordem do imperador Constâncio (356), foi exilado para a Frígia.

O contato com o Oriente foi providencial para o bispo de Poitiers: nos cinco anos que lá esteve aprendeu grego, descobriu Orígenes e a grande produção teológica dos Padres orientais, recolheu farta documentação no original para escrever o livro que lhe deu o título de Doutor da Igreja (por Pio IX): A Trindade ou A fé (contra os arianos). Era o trabalho mais profundo e completo, até então, sobre o dogma principal da fé cristã. No exílio não ficou ocioso. Escreveu o opúsculo Contra Macêncio, em que acusa o imperador de ingerir-se nas disputas teológicas e nos negócios internos da disciplina eclesiástica. Voltando a Poitiers, o destemido bispo retomou sua obra pastoral, agora ajudado pelo futuro são Martinho, bispo de Tours.

Ele nasceu no paganismo, mas desde cedo procurou as luzes da verdade nas várias filosofias, em particular no neoplatonismo que mais tarde muito influenciou em seu pensamento. A procura de um sentido para a vida do homem levou-o à leitura da Bíblia, na qual achou a resposta e se converteu ao cristianismo. Nobre proprietário de terras, quando se converteu já era casado e pai de uma menina, Abre, por ele muito querida. Não muito tempo depois de seu batismo foi proclamado bispo de sua cidade natal. Antes de ir para o exílio teve seis anos de intensos estudos e pregação. Foi uma grande cultura teológica em defesa da ortodoxia. Humano nas vitórias e ainda mais humano e compreensivo em aceitar os bispos que, arrependidos, voltavam ao catolicismo.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

FONTE: PAULUS

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Evangelho do dia

Quarta-feira da 1ª semana do Tempo Comum

(verde – ofício do dia)

Ergamos os nossos olhos para aquele que tem o céu como trono; a multidão dos anjos o adora, cantando a uma só voz: Eis aquele cujo poder é eterno.

O chamado de Deus se dá sob as mais variadas circunstâncias. Busquemos sempre o Senhor e fiquemos sintonizados com ele, a fim de atendê-lo e saber qual é nosso papel na sociedade, na Igreja e na família.

Primeira Leitura: 1 Samuel 3,1-10.19-20

Leitura do primeiro livro de Samuel – Naqueles dias, 1o jovem Samuel servia ao Senhor na presença de Eli. Naquele tempo a palavra do Senhor era rara e as visões não eram frequentes. 2Aconteceu que, um dia, Eli estava dormindo no seu quarto. Seus olhos começavam a enfraquecer e já não conseguia enxergar. 3A lâmpada de Deus ainda não se tinha apagado e Samuel estava dormindo no templo do Senhor, onde se encontrava a arca de Deus. 4Então o Senhor chamou: “Samuel, Samuel!” Ele respondeu: “Estou aqui”. 5E correu para junto de Eli e disse: “Tu me chamaste, aqui estou”. Eli respondeu: “Eu não te chamei. Volta a dormir!” E ele foi deitar-se. 6O Senhor chamou de novo: “Samuel, Samuel!” E Samuel levantou-se, foi ter com Eli e disse: “Tu me chamaste, aqui estou”. Ele respondeu: “Não te chamei, meu filho. Volta a dormir!” 7Samuel ainda não conhecia o Senhor, pois, até então, a palavra do Senhor não se lhe tinha manifestado. 8O Senhor chamou pela terceira vez: “Samuel, Samuel!” Ele levantou-se, foi para junto de Eli e disse: “Tu me chamaste, aqui estou”. Eli compreendeu que era o Senhor que estava chamando o menino. 9Então disse a Samuel: “Volta a deitar-te e, se alguém te chamar, responderás: ‘Senhor, fala, que teu servo escuta!’” E Samuel voltou ao seu lugar para dormir. 10O Senhor veio, pôs-se junto dele e chamou-o como das outras vezes: “Samuel! Samuel!” E ele respondeu: “Fala, que teu servo escuta”. 19Samuel crescia, e o Senhor estava com ele. E não deixava cair por terra nenhuma de suas palavras. 20Todo Israel, desde Dã até Bersabeia, reconheceu que Samuel era um profeta do Senhor. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 39(40)

Eis que venho fazer, com prazer, / a vossa vontade, Senhor!

1. Esperando, esperei no Senhor, / e, inclinando-se, ouviu meu clamor. / É feliz quem a Deus se confia; † quem não segue os que adoram os ídolos / e se perdem por falsos caminhos. – R.

2. Sacrifício e oblação não quisestes, / mas abristes, Senhor, meus ouvidos; / não pedistes ofertas nem vítimas, † holocaustos por nossos pecados. / E então eu vos disse: “Eis que venho!” – R.

3. Sobre mim está escrito no livro: † “Com prazer faço a vossa vontade, / guardo em meu coração vossa lei!” – R.

4. Boas-novas de vossa justiça † anunciei numa grande assembleia; / vós sabeis: não fechei os meus lábios! – R.

Evangelho: Marcos 1,29-39

Aleluia, aleluia, aleluia.

Minhas ovelhas escutam minha voz, / eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27). – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então a febre desapareceu, e ela começou a servi-los. 32À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era. 35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te procurando”. 38Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. 39E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Saindo do ambiente oficial (sinagoga), Jesus se dirige para o ambiente privado, dos relacionamentos pessoais (casa). A casa pode ser vista como a comunidade onde se vive a solidariedade. Aí encontra a sogra de Simão acamada com febre. O Mestre estende a mão e a levanta, ela logo se põe a servi-los.  A devolução da dignidade a essa mulher é sinal da chegada do Reino de Deus. Mais do que simplesmente devolver a saúde a uma pessoa, esse episódio significa criar homens e mulheres novos capazes de servir e de se solidarizarem. Seguir a Jesus não significa dominar e impedir de agir, como no caso da febre, mas sim servir. O serviço é a atitude fundamental de quem segue Jesus. Sua prática não se fixa num lugar; por isso, levanta de madrugada e vai ao encontro de quem não conhece sua mensagem. Na oração, o Mestre encontra a força para sua intensa atividade.(Dia a dia com o Evangelho 2022)

FONTE: PAULUS