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terça-feira 23 julho 2019
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Santos Inocentes, Mártires . Festa

Com esta festa, a Igreja celebra o martírio dos Inocentes, vítimas da ferocidade de Herodes. Em nossos dias, muitos inocentes continuam sendo vítimas da miséria, das drogas, da exploração e do abandono. Rezemos por todos os que vivenciaram e vivenciam essa situação.

Primeira Leitura: 1 João 1,5-2,2

Leitura da primeira carta de são João – Caríssimos, 5a mensagem que ouvimos de Jesus Cristo e vos anunciamos é esta: Deus é luz, e nele não há trevas. 6Se dissermos que estamos em comunhão com ele, mas andamos nas trevas, estamos mentindo e não nos guiamos pela verdade. 7Mas, se andamos na luz, como ele está na luz, então estamos em comunhão uns com os outros, e o sangue de seu Filho, Jesus, nos purifica de todo pecado. 8Se dissermos que não temos pecado, estamo-nos enganando a nós mesmos, e a verdade não está dentro de nós. 9Se reconhecermos nossos pecados, então Deus se mostra fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda culpa. 10Se dissermos que nunca pecamos, fazemos dele um mentiroso, e sua palavra não está dentro de nós. 2,1Meus filhinhos, escrevo isto para que não pequeis. No entanto, se alguém pecar, temos junto do Pai um defensor: Jesus Cristo, o justo. 2Ele é a vítima de expiação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro. – Palavra do Senhor

Salmo Responsorial: 123(124)

R. Nossa alma, como um pássaro, escapou / do laço que lhe armara o caçador.

  1. Se o Senhor não estivesse ao nosso lado / quando os homens investiram contra nós, / com certeza nos teriam devorado / no furor de sua ira contra nós. – R.
  2. Então as águas nos teriam submergido, / a correnteza nos teria arrastado / e, então, por sobre nós teriam passado / essas águas sempre mais impetuosas. – R.
  3. O laço arrebentou-se de repente, / e assim nós conseguimos libertar-nos. / O nosso auxílio está no nome do Senhor, / do Senhor que fez o céu e fez a terra! – R.

Evangelho: Mateus 2,13-18

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – 13Depois que os magos partiram, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: “Levanta-te, pega o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise! Porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo”. 14José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe e partiu para o Egito. 15Ali ficou até a morte de Herodes, para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho”. 16Quando Herodes percebeu que os magos o haviam enganado, ficou muito furioso. Mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o território vizinho de dois anos para baixo, exatamente conforme o tempo indicado pelos magos. 17Então se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias: 18“Ouviu-se um grito em Ramá, choro e grande lamento: é Raquel que chora seus filhos e não quer ser consolada, porque eles não existem mais”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Todos os calendários litúrgicos orientais incluem esta festa. Em Roma, ela surge no século V. Vítimas da crueldade do Herodes-pai, muitas crianças são massacradas, por medo de um recém-nascido de quem os Magos haviam falado. O Herodes-filho, mais tarde, manda cortar a cabeça de João Batista, e por fim zomba do inocente Jesus que sofre. O Herodes-neto ordena decapitar Tiago e aprisionar Pedro. Assim, desde seu nascimento, Jesus encontra total oposição, que se estenderá a seus fiéis seguidores. São estes os pequeninos com quem Jesus se identifica e que fazem parte do seu Reino. Têm a salvação garantida. Neste sentido, a Antífona de entrada os apresenta como portadores de conforto e esperança: “Os meninos inocentes foram mortos por causa do Cristo; eles seguem o Cordeiro sem mancha, e cantam: Glória a ti, Senhor!”.




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