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segunda-feira 22 outubro 2018
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Francisco na Polônia irá à JMJ, ao santuário de Czestochowa e a Auschwitz

CzestochowaO presidente da Polônia, Andrzej Duda, confirmou nesta segunda-feira que o papa Francisco em sua viagem apostólica – além de participar da Jornada Mundial da Juventude que se realizará do 26 ao 31 de Julho do ano que vem na cidade de Cracóvia – quer ir também ao santuário de Nossa Senhora de Czestochowa (foto) e ao campo de concentração de Auschwitz.

O anúncio foi depois da audiência que o Papa Francisco lhe concedeu no Vaticano nesta segunda-feira, e na qual o presidente lhe presenteou com um quadro de Nossa Senhora de Czestochowa, com a intenção de que o proteja, que o Santo Padre disse: “Sim, porque eu preciso’.

Por sua parte, o Papa deu-lhe um medalhão da paz e uma cópia encadernada da Evangelii Gaudium em polonês.

O presidente, acompanhado por sua esposa Agatha e sua filha Kinga, demonstrou a sua profunda satisfação por ter conhecido pessoalmente o papa latino-americano, acrescentou que é “um homem extraordinário que transpira bondade”. Também disse que falaram de imigração e de refugiados.

Por outro lado, ontem, domingo pela tarde, o cardeal polonês Zygmunt_Zimowski, do Pontifício Conselho da Pastoral para os trabalhadores sanitários, celebrou a santa missa diante do túmulo do papa São João Paulo II, na qual participou o presidente e vários compatriotas .

A sala de imprensa da Santa Sé indicou em um comunicado que “durante o colóquio ficou clara a positiva contribuição da Igreja católica na sociedade polonesa”.

“Posteriormente – continua o comunicado – conversaram sobre temas de mútuo interesse, como a promoção da família, o apoio às classes sociais mais necessitadas e a acolhida dos imigrantes”.

Também falou-se, conclui a nota, de “temas relacionados à comunidade internacional, como segurança, o conflito da Ucrânia e a situação do Oriente Médio”.

O presidente polonês também se reuniu com o secretário de Estado, o cardeal Pietro Parolin, acompanhado pelo subsecretário para as Relações com os Estados, mons. Antoine Camilleri.

Por Zenit




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