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sexta-feira 20 outubro 2017
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Como elevar a autoestima feminina e transbordar felicidade

É tão interessante o quanto nós procuramos receitas para o sucesso e a felicidade. Dentro de nós acontece essa busca incansável pela plenitude, a qual, muitas vezes, gera frustração. Tudo isso acontece, porque o ser humano tem a necessidade de preencher esse vazio que existe dentro dele, e do qual Santo Agostinho já falava: apenas Deus é capaz de preencher esse vazio e proporcionar ao ser humano a plenitude que ele tanto busca.

A autoestima é uma dessas buscas desenfreadas que temos. E o que é autoestima? É o resultado final de um conjunto de percepções que a pessoa tem de si. Essa visão engloba sua forma de pensar, agir e sentir, que podem ser positivas ou negativas, depende da forma que foi construída por cada pessoa. No entanto, essa visão oscila conforme o momento que vivemos; e nós mulheres temos um agravante, que é o ciclo hormonal. Esse ciclo influencia diretamente o humor e, consequentemente, nossa visão de mundo e sobre nós mesmos. Já percebeu o quanto nos sentimos bonitas quando estamos no período fértil? E o quanto nos sentimos “horrorosas” quando nos aproximamos da menstruação? Esse é um ponto importante para cada mulher: conhecer o quanto sua visão sobre si fica distorcida ao longo o ciclo hormonal e o quanto ela é real.

 

Faça o autoconhecimento

Qual seria, então, a melhor forma de promovermos nossa autoestima? Trabalhar com o real e o imaginário. Aproximarmos, o máximo que conseguirmos, nossa imaginação, nosso ideal, daquilo que realmente é possível. Sermos objetivas com nós mesmas é um caminho muito bom!

Você sabe me dizer o que a faz feliz? Quais são suas metas para esse ano? Seus projetos de vida? Saber dar essas respostas proporciona-nos uma construção positiva de nossa autoestima.

Precisamos saber o que nos faz sentir realizadas. É sermos mulheres bem-sucedida profissionalmente? Termos filhos e cuidar deles? Termos um corpo escultural? Sermos mulheres que se dedicam à vida cristã/religiosa? Ou quando cuidamos dos nossos pais? Esses desejos precisam ser reais. Precisamos ser verdadeiras. Como reconhecemos isso? Respondendo a seguinte pergunta: “Gastamos a maior parte de nosso tempo investindo em quê? No trabalho? Em casa com os filhos e o esposo, ou com os pais? Na academia e fazendo comida fitness? Ou estudando a Bíblia, a Igreja e realizando atividades vinculadas a ela?

 

O que faz você feliz?

É claro que, muitas vezes, passamos grande parte do nosso dia realizando atividades que não nos proporcionam prazer nem realização. É por isso que chamo à atenção aqui: o que fazemos, no dia a dia, nos faz felizes, mesmo que não recebamos nada em troca? Sentimos uma alegria inexplicável por fazermos isso? Ao encontrarmos essa resposta, começaremos a encontrar a direção da nossa autorrealização, porque, depois que sabemos o que nos faz felizes e realizados, investimos mais tempo nisso e nos vemos com satisfação por fazermos tal escolha, pois nos vemos como uma mulher que sabe a direção que nossa vida está indo.

No entanto, não a enganarei, assim como Santo Agostinho falou, eu lhe digo novamente: o ser humano, longe de Deus, estará sempre em busca de algo, e nunca estará satisfeito. Mas aquele que sabe seu lugar na vida com Deus e O aceita torna-se pleno, mesmo não tendo nenhum reconhecimento externo, aplausos nem elogios. Quem se abre à rica experiência com Deus em sua vida compreende melhor o mundo, aceita melhor suas limitações e sabe que sua autorrealização não está apenas em uma dimensão egoística, mas em fazer o que é vontade de Deus em sua vida. Com Deus, a autorrealização acontece com mais eficácia.

Por Aline Rodrigues




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