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terça-feira 17 julho 2018
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3ª-feira da 14ª Semana do Tempo Comum

Deus ama seu povo de forma incondicional: chama-o à conversão e à confiança nele e providencia pessoas dispostas a socorrê-lo em suas necessidades.

Primeira Leitura: Oseias 8,4-7.11-13

Leitura da profecia de Oseias – Assim fala o Senhor: 4“Eles constituíram reis sem minha vontade; constituíram príncipes sem meu conhecimento; sua prata e seu ouro serviram para fazer ídolos e para sua perdição. 5Teu bezerro, ó Samaria, foi jogado ao chão; minha cólera inflamou-se contra eles. Até quando ficarão sem purificar-se? 6Esse bezerro provém de Israel; um artesão fabricou-o, isso não é um deus; será feito em pedaços esse bezerro de Samaria. 7Semeiam ventos, colherão tempestades; se não há espiga, o grão não dará farinha; e, mesmo que dê, estranhos a comerão. 11Efraim ergueu muitos altares em expiação do pecado, mas seus altares resultaram-lhe em pecado. 12Eu lhes deixei, por escrito, grande número de preceitos, mas estes foram considerados coisa que não lhes toca. 13Gostam de oferecer sacrifícios, imolam carnes e comem; mas o Senhor não os recebe. Antes, o Senhor lembra seus pecados e castiga suas culpas: eles deverão voltar para o Egito”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 113B(115)

Confia, Israel, no Senhor!

É nos céus que está o nosso Deus, / ele faz tudo aquilo que quer. / São os deuses pagãos ouro e prata, / todos eles são obras humanas. – R.
Têm boca e não podem falar, / têm olhos e não podem ver; / têm nariz e não podem cheirar, / tendo ouvidos, não podem ouvir. – R.
Têm mãos e não podem pegar, / têm pés e não podem andar. / Como eles, serão seus autores, / que os fabricam e neles confiam. – R.
Confia, Israel, no Senhor. / Ele é teu auxílio e escudo! / Confia, Aarão, no Senhor. / Ele é teu auxílio e escudo! – R.

Evangelho: Mateus 9,32-38

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 32apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. 35Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando todo tipo de doença e enfermidade. 36Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” – Palavra da salvação.

Reflexão:

Pequeno recorte da atividade missionária de Jesus. Destacam-se: seu ensinamento (v. 35), a cura de “toda doença”, a compaixão pelas multidões “angustiadas e abandonadas”, e a constatação de que o trabalho pelo Reino de Deus é imenso, faltam operários, então é necessário pedir ao Pai celeste que “envie trabalhadores para a sua colheita”. Não obstante o total empenho de Jesus em benefício da população enferma, pobre e oprimida, surgem os fariseus para insultá-lo. Dizem que ele age pelo poder dos demônios. Atribuição ofensiva e descabida. É pelo poder de Deus que Jesus realiza suas obras. A maioria do povo sabe disso e o manifesta: “As multidões ficaram maravilhadas”. Qual é a sua colaboração para fortalecer, no mundo, o Reino de justiça e paz?

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)




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